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“Lado a Lado” prova que a TV não vive somente de audiência

Não fui telespectador de “Lado a Lado”. A novela foi exibida numa época em que estava mais fácil eu me apegar numa produção das 19h, e foi o que aconteceu com “Guerra dos Sexos”.
Assisti ao último capítulo e adorei o show de Patrícia Pillar. Ao mesmo tempo, todos sabem que, mesmo admirando João Emanuel Carneiro, não gostei de “Avenida Brasil” e assistia somente por Adriana Esteves, que estava incrível.
Uma novela tão elogiada pela crítica, perto de outra que foi um sucesso de audiência, deu uma boa disputa. E aí que, tão massacrada por conta dos índices, e ao mesmo tempo em meio a tanto oba oba, venceu “Lado a Lado”.
A Globo deve estar feliz, mesmo diante do estrago causado na faixa das 18h.
Audiência, eu sempre disse, é algo relativo. Tratei sobre isso em entrevista com a autora Cristianne Fridman, que escreveu “Essas Mulheres”, até hoje uma das minhas favoritas.
Assim como “A Favorita”, que merecia mais audiência que “Fina Estampa” e “Avenida”.
Da mesma forma, qualidade também não se mede por números. O Ratinho foi um fenômeno na década de 90, assim como João Kléber, a banheira do Gugu e cia.
Ao mesmo tempo, números são fundamentais, pois garantem o faturamento de um produto. Conquistar as duas coisas, é que é o complicado da história.

2 thoughts on ““Lado a Lado” prova que a TV não vive somente de audiência”

  1. sebastian says:

    Na maioria das vezes os sucessos de crítica,não são sucessos de público.

  2. borboleta livre says:

    amava Lado a lado
    ass Cláudia Taissa

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