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Coisas da Vida: O resultado de ser filho de uma mãe ordinária

Ontem discuti no Cena Aberta o que teriam feito os pais dos três viciados em drogas que fizeram parte do Profissão Repórter de terça para merecer o carma de carregar essa cruz.

Logo mais a noite o Sony veiculou episódio inédito de Desperate Housewives com um desfecho totalmente inesperado para o estrangulamento de Julie. Não era quem esperávamos.

Um jovem rapaz desprezado por sua mãe, uma vagabunda, cretina, ordinária que, abandonada pelo pai do garoto, desconta todos os seus problemas em um filho que cresce sem amor.

Nas ruas também é desprezado pela sociedade por ser diferente e ele é assim por conta da “mãe” que ele teve a infelicidade de ter – e o pai que não teve.

É um assassino, mas, como ele mesmo disse, não é um monstro. Monstro é quem o colocou no mundo e o tornou assim.

Pai e mãe moldam um filho antes de ele conhecer o mundo. Se lhe falta essa base, o que resta?

E nessa semana do dia das mães, onde vimos essa ordinária em uma série de TV e quando também acompanhamos o desenrolar do caso da procuradora que maltratava uma criança, nos resta agradecer a Deus por felizmente termos uma mãe que seja mãe.

Eu tenho, espero que você também.

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Falando em Desperate Housewives, parabéns ao Sony pela porcaria de exibição. As legendas sumiam a todo instante, e, em dado momento, a série também saiu do ar.

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