Michael Jackson, o Rei do Pop não morreu

Por Wander Veroni* 

Com certeza, você  já deve ter ouvido essa frase: “Elvis não morreu!”. Acredito que não só Elvis, mas como todos os artistas e pessoas queridas que passaram pela nossa vida não morrem, mas sim vivem em nossos corações. Nessa sexta-feira (25/06) fez um ano que Michael Jackson (MJ) nos deixou no plano material. Mas, para mim e milhares de fãs espalhados pelo planeta, MJ ainda vive com suas canções.

Lembro como se fosse ontem, aquela tarde em que o mundo parou em frente a TV para ver o tributo póstumo à Michael Jackson. Confesso que fiquei com o pé atrás, pois a família de Michael não é flor que se cheire. Mas, felizmente, o que se viu foi um profundo respeito. O Show póstumo apresentou músicas lindas que deveriam ter virado um DVD. Foi uma linda homenagem! Assista abaixo o vídeo em que John Mayer interpreta na guitarra a música “Human Nature”, que resume a beleza da obra musical deixada por MJ:

Basta tocar uma música, vermos um vídeo ou lermos um artigo/matéria sobre Michael Jackson que ele renasce dentro do nosso imaginário. Por isso, insisto: o Rei do Pop não morreu. Ele vive, sim. Não é a toa que é um dos artistas mais copiados e reverenciados do planeta. Sabe, sou fã de Michael. Acompanhei a história dele, li as biografias, tenho DVDs e mais DVDs do meu ídolo querido. Gosto da música de MJ, da originalidade, da criatividade e, principalmente, da valorização que ele trouxe aos artistas afro-descendentes.  Sim, Michael teve uma vida bizarra e polêmica. Nasceu negro e morreu branco. Mas isso é outra: renderia um post à parte…rs. Afinal, quem não teto de vidro que atire a primeira pedra.

Detesto julgar. Posso até não gostar, mas diminuir o legado de Michael é desprezar um talento sem igual e uma pessoa que amava os palcos. O documentário “This is It”, dirigido por Kenny Ortega, é uma amostra do quanto a música era importante para o MJ e o quão ele respeitava os fãs que pagariam um ingresso para vê-lo em seu último concerto. Quem não viu ainda, assista! É um dos poucos momentos raros em que um filme póstumo é uma respeitosa e sincera homenagem ao público e a todos envolvidos em um show tão grandioso como este seria. Músicas lindas e um show que faz a gente reviver uma história musical pelas décadas em que Michael se consagrou como artista. Insisto mais uma vez: o Rei do Pop não morreu.

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*Autor: Wander Veroni, 25 anos, é jornalista pós-graduado em Rádio e TV, ambas formações pelo Uni-BH. É autor do blog Café com Notícias (http://cafecomnoticias.blogspot.com). Twitter: @wanderveroni / @cafecnoticias.

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