Comer, Rezar, Amar tem o mesmo probleminha do livro

Eu adorei o livro Comer, Rezar, Amar, best seller de Liz Gilbert, recomendado por Oprah e Julia Roberts – a segunda acabou protagonozando a versão cinematográfica.

E gostei muito do filme, o que é uma raridade, geralmente detesto as versões das telonas.

No entanto, encontrei no filme o mesmo probleminha do livro: como é boring a parte do “rezar”.

Você começa todo empolgado com Liz e seus problemas em seus relacionamentos, depois aquela divertida e empolgante passagem pela Itália, aprendendo sobre comidas, a língua – e comendo horrores. Dá até inveja.

Mas na sequência a produção tem uma queda de ritmo, pois os costumes dos países são muito diferentes e, não vou nem medir palavras: o filme ficou chato.

Daí dá aquele soninho básico e tal… até demora pra empolgar um pouco quando ela começa seu affair com o brasileiro.

Pelo menos foi o que eu senti, mas também isso é muito pessoal.

No geral o filme é muito bem feito e é fiel ao livro sem ser detalhista: não existe a sensação de estar vendo o que foi escrito timtim por timtim na tela, assim como acontece com os livros de Dan Brown.

Só que eu teria deixado aquela Índia mais animada, enfim…

Fica a dica!


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