O que a Rede TV pretende com o Se Liga Brasil?

A Rede TV muda, muda e não sai do lugar. É difícil encontrar o que difere o Manhã Maior do atual Se Liga Brasil.

A bancada, talvez? Desnecessária, eu diria. A bancada dá um tom de seriedade que não cabe ali.

Com formato de revista eletrônica, tipo o festejado Tudo a Ver da Record – primeira versão – poderia ter os apresentadores em pé, acredito que combina mais.

A propósito, não gostei de Douglas Camargo no comando da atração. Tem um outro rapaz, e sinceramente não sei o seu nome, que comandava a primeira edição do Leitura Dinâmica que talvez se encaixasse melhor, já que, além de hard news, o Se Liga tem uma pegada mais light, pro lado do entretenimento.

Regina Volpato, competente que é, sabe fazer isso muito bem, se dá bem tanto noticiando quanto ao falar sobre uma tal cachorrinha, a Princesa.

Aliás, bizarro. Quando assisti a Rede TV mantinha o selo “exclusivo” na tela ao tratar sobre a cadelinha. Sério?

O mesmo enquanto exibiam as obras de Oscar Niemeyer. Cê jura que ninguém mais tinha essas imagens ou eles encontraram um outro significado para exclusividade?

A questão é: até aí, tudo bem, o programa não é ruim, esta bem feitinho e, só o fato de não ter Daniela Albuquerque, já é um achado.

O problema, mesmo, está na quantidade de intervalos comerciais e inserções de merchandising. Regina, em dez minutos, chega a fazer uns cinco testemunhais. É muito!

Querem dar audiência ou apenas faturar? As duas coisas seria o ideal, não?

Do jeito que está, fica difícil.

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