A Grande Família retorna deliciosa e sem sinais de desgaste

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Tá aí uma produção que sabe se reinventar e, a cada ano, gerar um novo frescor.

A Grande Família voltou ao ar quinta com um episódio delicioso e divertido, uma façanha para um produto que já está há doze anos no ar.

Voltaram com um ingrediente diferente: a confirmação de que são apenas mais duas temporadas. A Globo pretende encerrar a série ano que vem.

Acho que o fato de ter isso em mente fez com que o episódio fosse ainda mais saudosista.

Digo isso porque, quem assistiu, pôde rever situações do primeiro episódio, ainda com participação de Rogério Cardoso, com todo mundo diferente, mais jovem, e com a família Silva dividindo o mesmo teto.

Portanto, refazer o cozido, com novos ingredientes, é o mesmo que pretendem para esse novo ano: reviver a família Silva sob o mesmo teto, agora com Agostinho por cima da carne seca e com um filho. Ah, e com Tuco ainda irresponsável e crianção.

Está tudo realmente tão diferente que, na temporada anterior, Nenê chegou a dar uma palmada no neto. Na reestreia, soltou um “merda”.

Esse povo junto e misturado promete render muito. É A Grande Família começando mais um ano com novo gás.

É um produto que quando você pensa que está começando a dar sinais de que precisa ser encerrado, dá a volta por cima e deixa no ar a dúvida: encerrar pra quê?

Só um detalhe: não entendi o fato de manterem a abertura do ano passado, que por sinal é ótima, e colocarem Ivete Santalo pra cantar o tema. Apesar que… mil vezes ela que Dudu Nobre!

A Grande Família retornou com a maior audiência da semana na faixa nobre e alavancou Pé Na Cova, que marcou o maior índice da temporada.

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