Arquivo mensais:setembro 2014

“Topo qualquer desafio como ator”, diz Raphael Montagner, o neonazista Enzo de “Vitória”

Raphael Montagner é um dos destaques de “Vitória”, trama na qual interpreta o neonazista Enzo, personagem envolvido em diversas polêmicas na trama de Cristianne Fridman, que tem conquistado a vice-liderança isolada em audiência.
Em entrevista exclusiva ao RD1, o ator trata sobre sua rotina de exercícios e alimentação, responsáveis por torná-lo mais musculoso para a produção. A barba e o cabelo raspado ajudam a compor o visual do vilão do folhetim da Record.
Apesar das maldades de Enzo, Raphael revela que ainda não enfrentou nenhuma abordagem negativa nas ruas, no entanto, sentiu uma mudança em relação aos olhares das mulheres: “Acredito que atraia mais o público maduro do que as menininhas”.
Confira a íntegra da conversa:
RD1 – Você mudou sua rotina por conta do Enzo, com malhação e alimentação específicas para o personagem. Como era seu dia a dia antes do Enzo? Os exercícios eram muito diferentes?
Raphael Montagner – Mudei totalmente na primeira fase do Enzo, tanto alimentação como treino, para ganhar massa muscular. Isso envolve uma rotina de 24h, da quantidade de horas dormidas até a última refeição do dia. Agora, estou em outra fase, a pedido da autora Cristianne, para perder massa e ter mais definição muscular do que tamanho. Aí é outro processo (risos). Diminuir carboidratos e aumentar o aeróbio — no caso, corrida. Minha rotina antes do Enzo não era tão intensa e aplicada assim. Esse ano mexeu e mudou muito comigo, corpo, alma e mente!
RD1 – Você também se preparou para “Vitória” tendo aulas de história. Depois das aulas e da experiência com o Enzo, que pensamento formulou sobre o nazismo?
Raphael Montagner – Eu não tinha tanto conhecimento a respeito do movimento nazi e, a partir dos estudos que a Record proporcionou e a minha busca, cheguei a conclusão que todo e qualquer tipo de preconceito ou pré-juramento sobre algo ou alguém veta totalmente o crescimento tanto espiritual quanto mental de qualquer ser humano .
RD1 – A realidade das ruas não é muito diferente da vivenciada por Enzo. Como acompanha o noticiário sobre as agressões verbais e físicas relacionadas ao preconceito?
Raphael Montagner – É muito triste o que vemos nos jornais. Nosso país já tem tantos problemas na saúde, na educação. E o preconceito gera uma violência gratuita, temos que acabar com isso!
RD1 – Tendo um personagem tão polêmico em mãos, tem enfrentado repercussão negativa nas ruas?
Raphael Montagner – Nem tanto, mas as poucas coisas que pego, são olhares e coisas do tipo “Difícil fazer seu personagem, né?! Mas você não é nazista não, né?”. As pessoas confundem o trabalho do profissional com o pessoal às vezes, mas levo sempre numa boa, com uma boa conversa tudo se resolve.
RD1 – Ao mesmo tempo, estando mais forte, notou uma mudança na forma com que as mulheres te olham? É mais paquerado agora?
Raphael Montagner – Não só pelo corpo, mas pela cabeça raspada e a barba grande. Mudança sim das pessoas em relação à paquera (risos). É um visual meio exótico, acredito que atraia mais o público maduro do que as menininhas (risos)
RD1 – Você é formado em educação física e trabalhou como personal trainer. O que pensa sobre o uso de anabolizantes?
Raphael Montagner – O uso de qualquer tipo de esteroide é prejudicial e sou contra, ainda mais como profissional da área da saúde que sou, mas não estou aqui para julgar, cada um que assuma e responda pelos seus atos… Mas que isso é comum no meio das academias é fato!
RD1 – Atualmente, existe uma preferência por vilões, e você afirmou gostar de fazer os malvados, por conta do desafio. Existe algo que não faria na profissão?
Raphael Montagner – Por incrível que pareça, a vida artística sempre está me conduzindo para o caminho de vilões (risos). Topo qualquer desafio como ator, mas confesso que prefiro muito mais representar papéis pesados que me deixem quebrar a cabeça pra criação artística ao básico café com leite.
RD1 – Você comentou que até seus pais notaram uma mudança agressiva em cena. Acredita que atingiu seu objetivo enquanto ator?
Raphael Montagner – Estou à procura de sempre melhorar e me aperfeiçoar. Chegar aonde eu quero, acredito que não (risos). Sou muito crítico e tenho a consciência de que a estrada é muito longa para ser respeitado e também porque o aprendizado é diário. Posso afirmar que a cada trabalho me torno mais maduro e um ser humano melhor, talvez isso ajude a encontrar mais rápido um caminho para a interpretação .
RD1 – Séries e filmes de ação estão nos seus planos. Os dois segmentos estão em alta no país, mas especialmente ligados a comédia. Acredita que o cinema nacional deveria apostar mais em outros formatos além do humor?
Raphael Montagner – Com certeza, afinal, o Brasil tem histórias e pessoas maravilhosas para se retratar e contar. Um exemplo é uma peça que fiz do diretor Vladimir Capella, que retrata a história de vida do Luis da Câmara Cascudo, um dos maiores historiadores brasileiros, de personalidade e vida incrível, que já conheci.

“Topo qualquer desafio como ator”, diz Raphael Montagner, o neonazista Enzo de “Vitória”

Raphael Montagner é um dos destaques de “Vitória”, trama na qual interpreta o neonazista Enzo, personagem envolvido em diversas polêmicas na trama de Cristianne Fridman, que tem conquistado a vice-liderança isolada em audiência.
Em entrevista exclusiva ao RD1, o ator trata sobre sua rotina de exercícios e alimentação, responsáveis por torná-lo mais musculoso para a produção. A barba e o cabelo raspado ajudam a compor o visual do vilão do folhetim da Record.
Apesar das maldades de Enzo, Raphael revela que ainda não enfrentou nenhuma abordagem negativa nas ruas, no entanto, sentiu uma mudança em relação aos olhares das mulheres: “Acredito que atraia mais o público maduro do que as menininhas”.
Confira a íntegra da conversa:
RD1 – Você mudou sua rotina por conta do Enzo, com malhação e alimentação específicas para o personagem. Como era seu dia a dia antes do Enzo? Os exercícios eram muito diferentes?
Raphael Montagner – Mudei totalmente na primeira fase do Enzo, tanto alimentação como treino, para ganhar massa muscular. Isso envolve uma rotina de 24h, da quantidade de horas dormidas até a última refeição do dia. Agora, estou em outra fase, a pedido da autora Cristianne, para perder massa e ter mais definição muscular do que tamanho. Aí é outro processo (risos). Diminuir carboidratos e aumentar o aeróbio — no caso, corrida. Minha rotina antes do Enzo não era tão intensa e aplicada assim. Esse ano mexeu e mudou muito comigo, corpo, alma e mente!
RD1 – Você também se preparou para “Vitória” tendo aulas de história. Depois das aulas e da experiência com o Enzo, que pensamento formulou sobre o nazismo?
Raphael Montagner – Eu não tinha tanto conhecimento a respeito do movimento nazi e, a partir dos estudos que a Record proporcionou e a minha busca, cheguei a conclusão que todo e qualquer tipo de preconceito ou pré-juramento sobre algo ou alguém veta totalmente o crescimento tanto espiritual quanto mental de qualquer ser humano .
RD1 – A realidade das ruas não é muito diferente da vivenciada por Enzo. Como acompanha o noticiário sobre as agressões verbais e físicas relacionadas ao preconceito?
Raphael Montagner – É muito triste o que vemos nos jornais. Nosso país já tem tantos problemas na saúde, na educação. E o preconceito gera uma violência gratuita, temos que acabar com isso!
RD1 – Tendo um personagem tão polêmico em mãos, tem enfrentado repercussão negativa nas ruas?
Raphael Montagner – Nem tanto, mas as poucas coisas que pego, são olhares e coisas do tipo “Difícil fazer seu personagem, né?! Mas você não é nazista não, né?”. As pessoas confundem o trabalho do profissional com o pessoal às vezes, mas levo sempre numa boa, com uma boa conversa tudo se resolve.
RD1 – Ao mesmo tempo, estando mais forte, notou uma mudança na forma com que as mulheres te olham? É mais paquerado agora?
Raphael Montagner – Não só pelo corpo, mas pela cabeça raspada e a barba grande. Mudança sim das pessoas em relação à paquera (risos). É um visual meio exótico, acredito que atraia mais o público maduro do que as menininhas (risos)
RD1 – Você é formado em educação física e trabalhou como personal trainer. O que pensa sobre o uso de anabolizantes?
Raphael Montagner – O uso de qualquer tipo de esteroide é prejudicial e sou contra, ainda mais como profissional da área da saúde que sou, mas não estou aqui para julgar, cada um que assuma e responda pelos seus atos… Mas que isso é comum no meio das academias é fato!
RD1 – Atualmente, existe uma preferência por vilões, e você afirmou gostar de fazer os malvados, por conta do desafio. Existe algo que não faria na profissão?
Raphael Montagner – Por incrível que pareça, a vida artística sempre está me conduzindo para o caminho de vilões (risos). Topo qualquer desafio como ator, mas confesso que prefiro muito mais representar papéis pesados que me deixem quebrar a cabeça pra criação artística ao básico café com leite.
RD1 – Você comentou que até seus pais notaram uma mudança agressiva em cena. Acredita que atingiu seu objetivo enquanto ator?
Raphael Montagner – Estou à procura de sempre melhorar e me aperfeiçoar. Chegar aonde eu quero, acredito que não (risos). Sou muito crítico e tenho a consciência de que a estrada é muito longa para ser respeitado e também porque o aprendizado é diário. Posso afirmar que a cada trabalho me torno mais maduro e um ser humano melhor, talvez isso ajude a encontrar mais rápido um caminho para a interpretação .
RD1 – Séries e filmes de ação estão nos seus planos. Os dois segmentos estão em alta no país, mas especialmente ligados a comédia. Acredita que o cinema nacional deveria apostar mais em outros formatos além do humor?
Raphael Montagner – Com certeza, afinal, o Brasil tem histórias e pessoas maravilhosas para se retratar e contar. Um exemplo é uma peça que fiz do diretor Vladimir Capella, que retrata a história de vida do Luis da Câmara Cascudo, um dos maiores historiadores brasileiros, de personalidade e vida incrível, que já conheci.

2 anos sem Hebe: SddsRainha!!!!

Preparei um roteiro para o RD1 em homenagem à Hebe Camargo, a eterna rainha da TV brasileira e integrante do meu trio favorito no veículo: ela, Silvio Santos e Xuxa, definitivamente, são insubstituíveis.
Amem ou os odeiem, mas é impossível tratar da TV no país sem mencioná-los.
Levei 6 horas selecionando vídeos, buscando material para compor esse especial.
Me emocionei e me diverti com o resultado final, que era exatamente o que eu queria.

Assistam:

2 anos sem Hebe: SddsRainha!!!!

Preparei um roteiro para o RD1 em homenagem à Hebe Camargo, a eterna rainha da TV brasileira e integrante do meu trio favorito no veículo: ela, Silvio Santos e Xuxa, definitivamente, são insubstituíveis.
Amem ou os odeiem, mas é impossível tratar da TV no país sem mencioná-los.
Levei 6 horas selecionando vídeos, buscando material para compor esse especial.
Me emocionei e me diverti com o resultado final, que era exatamente o que eu queria.

Assistam:

“Estou muito feliz com o crescimento de ‘Vitória'”, celebra Cristianne Fridman

O RD1  um levantamento sobre a curva ascendente de “Vitória”, novela que entrou no ar em junho, substituindo “Pecado Mortal”. Nos primeiros capítulos, a trama enfrentou dificuldades para atrair a atenção do público e ocupava a terceira colocação no ranking do horário.
Há algumas semanas, no entanto, “Vitória”saltou para a vice-liderança isolada, tendo batido recorde no dia 17 de setembro, com 9 pontos de média. Para comentar sobre a boa fase da história, o RD1 conversou com Cristianne Fridman.
“A novela, desde sua estreia, vem em uma linha ascendente de audiência. Enfrentamos bem a Copa do Mundo e agora o horário eleitoral, cuja obrigatoriedade, na minha opinião, deveria ser derrubada”, avalia a autora, ressaltando o fato de a produção receber o horário em baixa por conta da propaganda eleitoral — ainda assim, a Record é a única a registrar alta na faixa de exibição da novela.
Cristianne também destaca as razões para que os telespectadores sintam-se atraídos por sua obra. “Vitória está ganhando, a cada capítulo, mais emoção, humor, drama e ação, e o telespectador vem se ligando mais ainda na novela. Espero continuar crescendo!”, finaliza.

“Estou muito feliz com o crescimento de ‘Vitória'”, celebra Cristianne Fridman

O RD1  um levantamento sobre a curva ascendente de “Vitória”, novela que entrou no ar em junho, substituindo “Pecado Mortal”. Nos primeiros capítulos, a trama enfrentou dificuldades para atrair a atenção do público e ocupava a terceira colocação no ranking do horário.
Há algumas semanas, no entanto, “Vitória”saltou para a vice-liderança isolada, tendo batido recorde no dia 17 de setembro, com 9 pontos de média. Para comentar sobre a boa fase da história, o RD1 conversou com Cristianne Fridman.
“A novela, desde sua estreia, vem em uma linha ascendente de audiência. Enfrentamos bem a Copa do Mundo e agora o horário eleitoral, cuja obrigatoriedade, na minha opinião, deveria ser derrubada”, avalia a autora, ressaltando o fato de a produção receber o horário em baixa por conta da propaganda eleitoral — ainda assim, a Record é a única a registrar alta na faixa de exibição da novela.
Cristianne também destaca as razões para que os telespectadores sintam-se atraídos por sua obra. “Vitória está ganhando, a cada capítulo, mais emoção, humor, drama e ação, e o telespectador vem se ligando mais ainda na novela. Espero continuar crescendo!”, finaliza.

Top Five: O melhor da semana na TV + o pior da semana…

1- O Altas Horas especial anos 90, que foi delicioso e cheio de ótimos bons momentos. Acho que o É o Tchan há séculos não via uma plateia tão animada segurando o tchan…

2- As entrevistas de Rafinha Bastos com Luciana Genro e Levy Fidélix. Esperto, Rafinha cobrou as repostas que eles não queriam dar insistentemente — ainda assim, muitas ficaram por isso mesmo. Sensacional ele dando uma chapinha para Luciana… 

3- O Bela Cozinha, da Bela Gil, em nova temporada. Delicioso esse programa, como já fora recomendado por aqui. O papo com Bruno Gagliasso estava muito bom!

4- O MasterChef que culminou na saída da Marli. Uma pena, as caras e bocas dela faziam total diferença para manter o bom humor do reality! 

5- Boogie Oogie, que segue imperdível, agora com uma grávida falsa do Alex. Rui Vilhena reuniu ingredientes comuns em divrsas novelas, mas está fazendo um delicioso “mexidão”.

PIOR DA SEMANA

Nesta semana, dá até pra fazer um “pior da semana”. Depois de tanto tempo elogiando Lilia Cabral, é chegada a hora de perguntar que merda de cena foi aquela da Maria Marta em Roraima? Bizarra. E as séries Meu Amigo Encosto e Os Homens São de Marte? Por conta da lei da TV paga, as emissoras estão colocando qualquer coisa no ar pra ocupar espaço…

Top Five: O melhor da semana na TV + o pior da semana…

1- O Altas Horas especial anos 90, que foi delicioso e cheio de ótimos bons momentos. Acho que o É o Tchan há séculos não via uma plateia tão animada segurando o tchan…

2- As entrevistas de Rafinha Bastos com Luciana Genro e Levy Fidélix. Esperto, Rafinha cobrou as repostas que eles não queriam dar insistentemente — ainda assim, muitas ficaram por isso mesmo. Sensacional ele dando uma chapinha para Luciana… 

3- O Bela Cozinha, da Bela Gil, em nova temporada. Delicioso esse programa, como já fora recomendado por aqui. O papo com Bruno Gagliasso estava muito bom!

4- O MasterChef que culminou na saída da Marli. Uma pena, as caras e bocas dela faziam total diferença para manter o bom humor do reality! 

5- Boogie Oogie, que segue imperdível, agora com uma grávida falsa do Alex. Rui Vilhena reuniu ingredientes comuns em divrsas novelas, mas está fazendo um delicioso “mexidão”.

PIOR DA SEMANA

Nesta semana, dá até pra fazer um “pior da semana”. Depois de tanto tempo elogiando Lilia Cabral, é chegada a hora de perguntar que merda de cena foi aquela da Maria Marta em Roraima? Bizarra. E as séries Meu Amigo Encosto e Os Homens São de Marte? Por conta da lei da TV paga, as emissoras estão colocando qualquer coisa no ar pra ocupar espaço…

Recomendo o melhor programa de culinária da atualidade!

Não, não é o MasterChef, que, no caso é um reality. Aí sim o melhor do segmento.
Já há algum tempo estou para comentar o quão delicioso é o Bela Cozinha, do GNT.
E não apenas pelas dicas culinárias: Bela Gil é um achado, uma criatura extremamente simpática, que cativa.
É um deleite ouvi-la tratar sobre a importância de cada tipo de alimento.
Além das dicas sobre substituições…
Como prêmio, ao final de cada deliciosa edição, ela ainda reecbe um convidado, que prova os pratos e troca algumas ideias.
Está no ínicio da segunda temporada. Vale dar uma chance!!!

Recomendo o melhor programa de culinária da atualidade!

Não, não é o MasterChef, que, no caso é um reality. Aí sim o melhor do segmento.
Já há algum tempo estou para comentar o quão delicioso é o Bela Cozinha, do GNT.
E não apenas pelas dicas culinárias: Bela Gil é um achado, uma criatura extremamente simpática, que cativa.
É um deleite ouvi-la tratar sobre a importância de cada tipo de alimento.
Além das dicas sobre substituições…
Como prêmio, ao final de cada deliciosa edição, ela ainda reecbe um convidado, que prova os pratos e troca algumas ideias.
Está no ínicio da segunda temporada. Vale dar uma chance!!!