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Para segurar audiência, Globo copia Record e explora morte de cantor à exaustão

Quem diria, a Record, que foi e é apedrejada pela cobertura extensa que faz de tragédias, teria a mesma postura adotada pela Globo.
É surpreendente o espaço que a emissora carioca tem dado para a cobertura da morte do cantor Cristiano Araújo. Teve direito a Vídeo Show especial durante toda a tarde.
É um artista que eu particularmente não conhecia. Até entendo  que o fato do acidente trágico faça com que o espaço dedicado seja tão grande, mas não me lembro de ter visto algo assim para Hebe, por exemplo, que era muito mais conhecida.
Como disse o Stycer, aparentemente a impressão que dá é que agora será assim: o comportamento visto em razão da partida de Cristiano será comum nas  TVs.
Eu mesmo já publiquei que com essa tendência de programas ao vivo o óbvio irá acontecer: mais e mais sensacionalismo.
Ou seja, a Record passa a ter concorrentes competindo de igual para igual.
O resultado dessa fobia por segurar o público é que diversos profissionais acabaram matando Cristiano Ronaldo. Até Fátima Bernardes fez isso.
Quero deixar claro que não estou criticando por não conhecer Cristiano. A cobertura deve ser feita. Mas se não existem novas informações, passar o dia repetindo 500 vezes a mesma coisa, é desnecessário.
Por essas e outras não tenho mais vontade de ver TV aberta. Serviços on demand estão roubando minha atenção,

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