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Sexta temporada de Orange is the new Black decepciona

*contém spoilers

A Netflix disponibilizou a sexta temporada de Orange is the new Black, aguardadíssima depois dos acontecimentos da anterior, que contou com uma rebelião das presidiárias.

A curiosidade se dava especialmente em razão do episódio final ter deixado no ar o destino das detentas, que foram separadas nos ônibus que as levariam para novos destinos.

Como seria a história com cada uma em um lugar? Bom, isso não aconteceu: Piper e cia foram encaminhadas para o mesmo destino, com ambientes separados e também com duas líderes-irmãs rivais.

Tasha foi traída; Piper reencontrou Alex e ganhou uma nova inimiga; Red também acabou entregue aos policiais, mas por Piper ter entendido errado sua mensagem. Enfim, nada de muito relevante aconteceu na nova leva.

As irmãs chefonas passaram o período planejando uma guerra entre os blocos, se armaram para isso e, na hora do embate, as detentas preferiram praticar esporte, enquanto as duas se mataram. Tasha acabou condenada.

Ainda teve Frieda escapando ilesa de Red, Barb e Carol, com direito a ser extremamente asquerosa com Suzanne. Outro destaque foi Daya cada vez mais perigosa após ter se conformado que não sairia da cadeia.

A questão é que, tirando o drama de Tasha, que surpreendentemente contou com a ajuda de Caputo, a sexta temporada ficou devendo. Não teve justiça, briga entre as detentas, castigo para Frieda, um embate mais forte entre Piper e Badison, a chance de Tasha e Cindy conversarem sobre a traição, algo além de um rápido encontro entre Red e Frieda ou entre Frieda, Carol e Barb…

A sensação, no final das contas, é justamente essa: a de que ficou faltando. Ainda, a de que parecia o final da série, com Piper saindo da prisão.

O que será que vem por aí com a protagonista de volta ao mundo longe das grades? Sinceramente, continue lendo…

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