11 de setembro: nove anos depois

Há nove anos, em 11 de setembro, o mundo parava em frente ao televisor para assistir o desenrolar de uma das maiores tragédias já vistas.

Após quase uma década, será que podemos dizer que as pessoas melhoraram após os ataques terroristas? Diminuiu a violência urbana? Eu tenho a impressão que não e a internet é uma das responsável por isso. Por essas bandas temos os chamados “talifãs”, aqueles que não apenas defendem seus ídolos como chegam a ameaçar de morte os que falam algo contrário ao que eles pensam. Rita Lee foi a última vítima.

No entanto, isso não acontece apenas para defender um ponto de vista diferente: os grupinhos de mini terroristas brotam em qualquer esquina e muitos nem sabem que a “brincadeira” – como alguns podem pensar – na verdade também é uma forma de agressão, um tipo de terrorismo. A tela do computador faz essas pessoas pensarem que estão tão escondidos quanto Osama Bin Laden e, portanto, podem fazer o que der na telha.

E eu acho que nessa data não devemos apenas lembrar as vítimas inocentes que morreram. Devemos sim repensar nossos atos.

Um mundo melhor não depende apenas de um número menor de bandidos ou da “extinção dos terroristas”.

Precisamos de pessoas melhores, afinal, bandidos, terroristas, pedófilos e até os achincalhados políticos são seres humanos. E isso me faz concluir que as pessoas é que pioram dia após dia.

É aquela velha história: sonhar não custa nada mas… depende de nós, sempre.



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