2011: O ano em que a Globo sofreu sua maior transformação. E agora? Salve-se quem puder!

O jornalismo da Globo nunca mais será o mesmo, bebê.

A poderosa chegou ao meio do ano trocando os apresentadores dos telejornais locais e, surpreendendo meio mundo, a dança das cadeiras chegou inclusive ao Bom Dia Brasil que tinha a cara de Renato Machado.

Quando parecia que o ano iria simplesmente terminar com tudo na mais santa paz Mônica Bérgamo divulga a bomba do ano: Fátima Bernardes está deixando o Jornal Nacional, o principal informativo de nosso país.

Gente, quem p-e-d-e pra deixar o JN? Fátima pediu, só isso já é suficiente para ganhar a minha admiração, poucos teriam coragem de deixar algo tão desejado – e invejado – por uma aventura, pra começar do zero.

Aí que fico pensando: será que para por aí ou ainda vão balançar as estruturas do Jornal Hoje e Jornal da Globo, ainda intocáveis?

De qualquer forma eu jamais imaginava que tão cedo o “casal nacional” seria desfeito.

O Jornal Nacional entra na casa da maioria dos brasileiros todos os dias, conheço gente que não vive sem uma edição sequer e faz questão de silêncio absoluto enquanto acompanha o noticiário.

Eu tenho 26 anos e, garanto, não me recordo do JN sem Fátima e William, obviamente descontando as férias e finais de semana.

Vai fazer falta especialmente pela troca de sorrisos e pelo de carinho e demonstrações de saudade quando Fátima viaja por conta das competições esportivas.

Não que seja impossível acontecer uma química interessante entre Bonner e Patrícia Poeta, afinal, Sandra Annemberg e Evaristo Costa conseguiram algo muito bacana no período da tarde.

A questão é que Bonner e Bernardes são admirados não apenas por serem excelentes profissionais e sim por terem um dos casamentos mais duradouros e felizes da TV brasileira. É bonito de se ver, é como se seguíssemos uma novela que agora chega ao fim.

O fim de uma Era.

Outro fator negativo: o horário do novo programa da Senhora Bonner é ruim para a maioria dos brasileiros pois as pessoas costumam trabalhar, né? Ou seja, só nos feriados ou folgas.

Nos acostumamos com o seu “boa noite” e agora teremos dificuldade para ouví-la nos dando “bom dia”.

Mas nada como a realização profissional, quando o trabalho deixa de ser trabalho para se  tornar algo prazeroso.

Que ela seja feliz e que seja vitorioso esse novo capítulo de sua vida!

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