Agora eu admiro mais que nunca

Vi há pouco a entrevista de Maria Rita ao Mais Você.

Com esse bate-papo passei a admirar ainda mais a cantora.

Primeiro porque disse adorar a imitação que Samantha Schmütz faz dela, achei bem bacana, mesmo porque toda vez que vejo qualquer uma das duas ou ouço músicas de Rita… me lembro da imitação!

Em segundo, e especialmente, por f-i-n-a-l-m-e-n-t-e ter resolvido falar sobre a mãe, a grande, inesquecível e insubistituível Elis Regina, até hoje a maior cantora do país.

Até entendo que ela tenha preferido não falar da mãe para evitar comparações e para que o público não  esperasse que ela fosse uma continuação.

Acho esse depoimento caberia em sua participação no Por Toda Minha Vida onde ela foi bem seca e, por isso, criticada na época.

Não sei o que mudou, porém, antes tarde do que nunca, como dizem. Ela não poderia e não deve apagar esse laço, mesmo porque, vamos cominar? Não tem como olhar e ouvir Maria Rita e não se lembrar de Elis.

É como pedir um DNA para a Gabriela Duarte, sacam?

Acredito, aliás, que a definição que Ana Maria Braga fez dela é totalmente verdadeira.

São poucos os artistas que fazem um espetáculo a cada apresentação. O corpo dela exala música, em cada gesto, em cada olhar, a cada palavra que sai de sua boca nas canções.

Sou apaixonado por sua voz e, hoje, por finalmente falar de Elis, posso dizer que gosto ainda mais – se é que é possível.

Já ouviram a versão que ela fez de outra música de Rita Lee? Um achado!

Vejam a entrevista, super vale a pena:



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