Ai que loucura! Ai que babado! Ai que… Batista!

Ontem assisti pela primeira vez ao Luciana by Night. Não tinha feito isso em outra ocasião porque os convidados da apresentadora são bem desinteressantes. O que não ocorre com Narcisa Tamborindeguy.

Mas falo dela depois, antes, o talk show.

Li recentemente que Marcelo Carvalho, marido de Luciana e um dos donos da Rede TV, disse que a TV brasileira agora tinha um talk show de verdade ou que nunca tínhamos visto um talk show assim. Algo desse tipo.

Realmente, tudo ali é bizarro. A começar pela apresentadora.

Cê jura que ela é o David Letterman ou o Jô Soartes pra começar a atração fazendo humor, né? Acho que todo mundo fica com cara de tédio enquanto ela vomita seus gracejos. Ontem tratava sobre suas férias, reclamando o quão difícil foi viajar pra fora do país em meio a neve e tantos “tormentos”.

Acho que os funcionários da emissora, com salário atrasado, entendem completamente essa dificuldade. Ela tá perfeita pro Feira do Riso, do mesmo canal. É tão hilária que usam o efeito “claque” o tempo todo.

Depois, o que era aquele figurino? Estilo Bataclâ.

E é aí que entra Narcisa. Salvou a noite e o programa. Ai que tudo!

Essa criatura é única. Tem uma voz toda enrolada, como quem acabou de mamar todas. Total sentido ela fazer uma Amy Winehouse ainda mais louca que a original.

Aliás, a música “looooooouca” da novela combina com a socialite.

Tipo assim, Tamborindeguy não é uma Fernanda Montenegro, um Fernando Henrique Cardoso ou, sei lá, alguém que tenha algo a dizer. O conteúdo é zero, mas o humor é garantido.

Soltou pérolas do início ao fim. Salvou o Luciana by Night assim como salva o Mulheres Rica.

Engoliu a Gimenez. Salve, salve Narcisa!



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