Amor e Revolução: Ainda falta muito para ser uma boa novela

Ontem resolvi assistir novamente Amor e Revolução para avaliar se notava alguma melhora. E notei, o texto estava bem melhor. Não perfeito, melhor.

A questão é que se estava bom de um lado, do outro não convencia. O elenco e a direção não estavam colaborando.

Aquele ator, não sei o nome dele, avisando a personagem da Gabriela Alves que iria torturá-la, parecia dizer algo como “vamos tomar um sorvetinho juntos?”. Ela estava muito bem, ele não.

Acho que falta uma braveza, raiva, uma coisa mais forte aos torturadores. Não tá convencendo, sabe?

Jayme Periard é outro que ficou devendo.

Nico Puig e Fabio Vila Verde nem se fala.

Quem me convence e tá mandando muito bem é Reinaldo Gonzaga, perfeito! Claudio Cavalcanti também entrou em cena mostrando serviço, e eu jamais esperaria o contrário.

Mas o mico da noite ficou por conta de Claudio Lins e Gustavo Haddad. Sério, eu jurava que estavam brigando de brincadeira. Quando se atacaram e vi que era sério… putz!

E a Graziela Schmitt? Irmão sequestrado e ela com cara de paisagem?

Sabe outra que me surpreendeu positivamente? Lucia Veríssimo.

Insisto: Amor e Revolução tem tudo pra acontecer, mas vão ter que caprichar bem mais.

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