Amor, Eterno Amor tem estreia ridícula

Tirando Denise Weinberg, detestei tudo na estreia de Amor, Eterno Amor.

Aliás, cabe um agradecimento ao @XandeCorneli. Comentei no Twitter que estava adorando a voz da atriz que estava contracenando com o Osmar Prado e ele disse se tratar de Denise que já tinha feito “Maysa” e “Dalva & Herivelto”.

E a única que se salvou, morreu né?

Nota zero pro pessoal da caracterização. Fala sério, a pesonagem da Ana Lúcia Torre teve filho tipo com sessenta anos?

Parecia a Tia Neném bêbada fazendo uma piadinha com a peruca da Sonia Abrão.

E a Cássia Kiss mais nova minha gente? Cheia de pés de galinha e toda ao estilo Valdirene Aparecida.

Sempre colocam outras pessoas na primeira fase, pra que querer economizar e pagar um mico desse?

Pior que isso foi aquela abertura infantilizada. Ainda se tivessem usado a bela música de Marisa Monte – a das chamadas – eu dava 10% de desconto, mas não tinha nada a ver com o folhetim que tem tema adulto.

Não me senti nem um pouquinho instigado em seguir assistindo.

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