Army Wives: E quando temos que mudar o foco (1X13)

Acabei deixando Army Wives um pouco de lado pra me atualizar com outras produções como True Blue, mas não porque essa produção é ruim. Foi preciso.

Retomei, consegui chegar a season finale da primeira temporada e… sabe quando você já tem em mente o que vai escrever e simplesmente é pego de calças curtas?

Logo no finalzinho eu senti que não viria coisa boa, mesmo que a coisa ruim, para aquelas mulheres, tivesse sido a partida dos maridos, convocados de última hora. Ou mesmo pra Roland, que não sabia o que fazer com a revelação da gravidez de Joan.

E na verdade aquele homem-bomba que aparece pra deixar uma tremenda curiosidade sobre o que aconteceu ali naquele bar após a explosão é um reflexo de todos os relacionamentos vividos por aqueles homens e mulheres, unidos pelo amor mas separados pela guerra.

É uma das séries mais intensas e mais fiel na abordagem de relacionamentos e realmente é preciso ser assim, pois essas mulheres jamais tem a certeza de que terão seus homens de volta. O que ocasiona em traições, filho agredindo mãe ou uma aproximação cada vez maior dos que ficam, desejando ajudar da forma que podem.

E como um desses homens pode querer tirar a sua vida por causa de um relacionamento que acabou e no qual aparentemente não existia mais amor? Talvez não por vingança, mas por não saber ou por não querer lidar com o que as pessoas vão pensar de alguém traído e depois abandonado.

Se Army Wives é uma série sobre guerra e se nesse último episódio havia um comunicado para que tomassem cuidado por conta de um terrorista… nada mais normal que um final assim.

O lado bom? No Brasil fomos apresentados a Army Wives bem tarde, a produção já está bem adiantada lá fora. Ou seja, não existe a necessidade de esperar tanto para saber o que aconteceu.

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