Avenida Brasil é uma grande decepção

O encanto com relação a Avenida Brasil está se acabando, de minha parte. Achei um porre os capítulos de sábado e segunda, descontando as cenas de Nina e Carminha, e isso quando Nina não está com Jorginho.

Passei os últimos dias torcendo para Suelen ou Olenka aparecerem mais.

De resto, o negócio tá difícil. Curto o Nilo, mas a Mãe Lucinda é um porre, apesar da boa atuação de Vera Holtz.

Camila Morgado, Carolina Ferraz e Debora Bloch não fazem feio, só que, como estão ligadas a Cadinho, ZZZzzzZZZZZZ.

Não preciso nem falar do Tufão ou do Silas, com Ailton Graça com o mesmo de sempre.

Monalisa? Que bom que tem Olenka e Iran na vida dela.

Curto o Leleco de Marcos Caruso, é um diferencial em sua carreira. Mas e a Eliane Giardini? Incorporou a Tia Nazira e não sai disso, tudo na base do berro.

Otávio Augusto mais uma vez está mandando bem, como de costume, e Thiago Martins não está comprometendo, mas o que é o Daniel Rocha?

O Max do Marcelo Novaes? Adauto? Tessália?

Ah, adoro as empregadas da Carminha, Janaina e a birrenta da Zezé. Idem pra Agata!!

Em resumo, é uma coisa que tá “meio a meio”.

Criticavam A Favorita porque os núcleos paralelos pouco apareciam e, em Avenida Brasil, quando eles tem vida, me dão tédio. Mil vezes os que apareciam pouco na novela anterior e, apesar disso, faziam valer a pena.

Saudade.

Detalhe importante: o problema é o elenco e não o texto de João Emanuel Carneiro.

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Esse post estava pronto porque precisei adiantar algumas coisas por ter alguns compromissos nesta quarta. Por isso devo dizer que o que foi dito não engloba o capítulo de ontem, fodástico. Sei lá, senti que pode rolar uma virada.

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