Avenida Brasil: Finalmente a aguardada virada

Criticar quando preciso, elogiar quando merecido. E Avenida Brasil, capítulos de sexta e sábado, merecem os melhores elogios.

Sensacional a sequência da não morte de Max. Sério, graças a Deus que eu sou uma pessoa que foge de spoilers. Eu vi rapidamente que Max morreria e, bem, não tive nenhuma surpresa, afinal, cantam essa bola desde sempre.

Não vi, no entanto, nada que dizia que ele “desmorreria”. Quando o cara surge em cena, virei do lado e questionei: ué, mas ele não morreu? Fiquei meio atordoado, tanto quanto os personagens.

Spoiler foi tema da coluna da semana passada de nosso amigo Gilmar. Eu detesto.

Talvez um dos motivos de eu ser tão implicante com as novelas atuais – não o único – seja o fato de a gente já saber, com antecedência, o que vai acontecer. Até com detalhes. Eu perco o tesão.

E aí que, em 2012, me vi surpreendido. Achei ainda mais incrível o berro de Carminha.

Aqui devo dizer que Adriana Esteves merece os melhores elogios. Todos eles. E isso nem é novidade.

Só que essas sequências, foram especias. Ela assassinou seu amado, Max deu uma virada e Carminha… cara na poeira! Assustada, desesperada e encurralada, tudo em questão de segundos.

Em resumo, capítulos do final de semana foram incríveis. A magica quase acabou quando Carminha tentou, novamente, fazer a cabeça do amante. Sério, eu pularia fora se o cara topasse. A novela finalmente anda e era só o que faltava continuar com o embromation.

Aconteceu o contrário: João Emanuel Carneiro resolveu terminar com a farsa e Max deu o golpe fatal.

Qual será o destino de uma das maiores vilãs da história da telenovela brasileira? O que esses capítulos finais reservam para Carminha?

Ora, após dizer que até ela já estava me irritando, a vilã novamente me fisga!

Por fim, devo dizer, Avenida Brasil seria muito mais atraente se tivesse formato mais compacto como O Astro, A Vida da Gente e Cheias de Charme.

Da minha parte, JEC não teve o mesmo fôlego de A Favorita. Em menos capítulos, aí sim.

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