#BBB: Primeiras impressões

Todo início de ano é a mesma coisa na televisão: Reprises e mais reprises em alguns canais, algumas novidades em outros, novas minisséries e BBB na Globo. E pior é que todo tipo de texto que fala sobre o programa começa da mesma maneira também.
Pra variar, o Boninho, amado por alguns e odiado por muitos por conta do seu ego do tamanho da lua, buscou trazer pessoas, digamos, diferentes para apimentar o programa que, querendo ou não, carece de “fogo” pra ser bom. Não estou disposto a ver colônia de férias na televisão. Disso já basta o que a própria TV foi em 2010, cadê a graça?
A primeira sensação que tenho no início de todas as edições é que estou simplesmente sentado na mesa de um bar e, ao invés de prestar atenção na minha vida, fico reparando nas pessoas da mesa ao lado. E é isso mesmo, são estranhos. Mas a questão é que isso não dura por muito tempo, em uma ou duas semanas parece que já conheço aquelas pessoas há muito tempo. Essa é a diferença do Pay Per View.
Mais uma vez o Big Brother começa com divisão dentro da casa. Sim, isso apimenta e esquenta a coisa. Mas não deixa de ser irritante. Me incomoda um monte, as primeiras edições do BBB não precisaram disso. A questão é levar em conta que os tempos são outros, não fosse por isso…
Não vou alongar muito esse post. Mas a ideia que o primeiro programa deu é que temos um elenco capaz de trazer animação pra esse marasmo em que a televisão se encontra atualmente. E é o que eu espero!
O que eu tenho a dizer sobre os participantes, a princípio, é que a maior polêmica, querendo ou não, é a entrada de uma “mulher artificial” no programa, isso nunca tinha acontecido. A menos que alguma ex-participante tenha conseguido esconder o segredo, né? Fico imaginando se outros participantes vão ou não descobrir sobre Ariadna. Vai dar muita confusão se ela se envolver com alguém ali!
Creio que valem à pena ser citados também: A carioca Diana, daquele tipo de fica na sua mas que promete dar caldo. Gostei bastante dela! Já os nordestinos Lucival e Daniel têm bastante semelhança com o Jean da quinta edição, né? Pelo amor de Deus, de novo não…
Outros já deram o que falar aqui fora mas não sei se têm muito potencial ali dentro. Até porque é impossível saber no primeiro dia, depois de uma edição que pouco mostrou dos primeiros acontecimentos.
Acho que o primeiro programa foi chato como sempre é, não suporto todas as apresentações que fazem de cada participante. Fora que não acredito nessa história de que o participante só descobre que vai entrar ao pegar aquela chave. Até parece! Por isso não levo isso muito em conta, só dá pra ter uma base depois de pelo menos uma semana no ar.
Que a décima primeira edição do Big Brother Brasil seja tão boa quanto a anterior, é isso que eu espero da TV de janeiro a março. Depois a gente vai empurrando com a barriga, a menos que alguma emissora consiga fazer o diferencial. O que eu não ando levando fé, aliás.
Há tempos o que ouço é que esse Reality não passa de futilidade. Chamo de entretenimento. Nem só de cultura se vive o ser humano, afinal.
BÔNUS: Salve salve para sua competência, Pedro Bial.
Quero agradecer ao Endrigo pelo convite, falar sobre o Big Brother não vai ser muito sacrifício, eu garanto.
Por: Thiago (@Intergalatico)


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