Bem estranha a classificação indicativa na TV

Sabemos que todas as produções antes de estrear passam por um processo para analisar qual a classificação indicativa, ou seja, em que horários podem passar e a que público é indicada.

Mas isso funciona? “Marromenos”.

Alguns “jornais” passam o dia falando e mostrando desgraça com a desculpa de que é jornalismo e, por estar informando, pode tudo. A teledesgraça está de plantão desde as 7 da manhã.

Estava pensando agora: por que novelas e outros programas do gênero não podem passar isso ou aquilo mas é liberado para uma atração “jornalística” falar de uma mulher que pode ter tido seu corpo destruído e servido de alimento para cachorros? O dia inteiro.

Na vida real pode, na ficção não?

Como entender o caso por exemplo da personagem Rafaela de Viver a Vida que não poderia ser uma vilã, mas na casa de sua intérprete na TV aberta encontra coisas bem piores que as maldades que iria praticar?

Acho que precisam rever o conceito dessas classificações.

Dá vergonha de ser jornalista não apenas pelo descaso com a profissão, mas também por chamarem certo tipo de trabalho de jornalismo.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*