The Big C: O dia de “mim” (1X04)

Sabe que me lembrei do comercial de uma rede de varejo aqui do Brasil que em sua nova campanha faz o “dia de mim” – dia esse que eu achei o máximo!

Sabe porque? O que era Cathy – com direito a comer o donuts do bancário e ainda ficar com a boca suja – retirando todo o seu dinheiro disponível em conta porque decidiu que deveria gastar, curtir a vida e ser feliz? Mesmo porque.. esperar pra que sendo que tem uma doença terminal?

Ficar três meses pesquisando preços e mais três se arrependendo? Nããão!

Por isso nada melhor que um conversível com todos os opcionais. Mas podia ter visto que o  não era automático, né? rs

Acho que as cenas com o médico foram de chorar de rir, ainda mais quando ela roubou o caranguejo e se fez passar por Amanda Montgomery, a esposa feliz da vida, altamente sexual e “prafrentex”. Tanto que resolveu nadar com o bichinho.

E sabe o que eu acho? Que eu estava certo desde o início: além de divertir essa produção faz pensar e muito.

Pra que esperar descobrir que estamos prestes a morrer para sermos felizes?

Isso ficou claro quando pouco a pouco Marlene vai denxando de ser a general chata pra caraca e se tornando mais humana por conta da convivência com sua amiga.

Ou seja, fica explícito que realmente essa é a ideia: mudar antes que seja tarde.

Ou seja, The Big C. faz pensar. Felizes os que entenderem o recado.



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