The Big C: Será que precisava mesmo? (1X12)

16 de novembro de 2010 0 Por Endrigo Annyston

Quando alguém comenta sobre alguma série comigo, dependendo o que é, não vejo a hora de assistir para ver se é tão bom ou ruim como dizem.

E me falaram horrores sobre esse episódio de The Big C.

E eu estava gostando, Cathy tendo a experiência com abelhas juntamente com o médico simpático que matou uma delas e queria matar o “Senhor Abelhas”; depois ela dançando com o esquisitão… e, UAU, meus sonhos se tornando realidade: desde sempre eu quis ver Cathy se jogando na cama com o Dr. Todd Engomadinho, especialmente depois de ela fingir ser sua noiva.

Sabe quando tem liga?

A questão é que a partir daí comecei a ficar tenso. Iriam me dizer que o episódio é ruim por causa disso? Não. Das abelhas? Duvido.

Aí surge Marlene com uma arma na mão ameaçando Adam e, bem, a vidente disse que Cathy sofreria uma perda. Seria Adam?

Acho que logo caiu minha fixa: uma das personagens mais “adoráveis” da produção – do jeito dela, lógico – preferiu se matar ao invés de causar problemas a sua amiga.

Fiquei triste, muito mesmo. Marlene sempre foi um dos destaques dessa produção e estava, finalmente, vivendo. Ela já não lembrava mais aquela mulher amargurada e solitária e fez uma troca boa com Cathy, elas se ajudavam.

Mas o Alzheimer estava realmente afetando sua vida.

Eu poderia ficar revoltado, assim como fiquei com a morte de Dell em Private Practice, mas…

Alguma coisa me diz que eu deveria confiar nos roteiristas. Se eles nos presentearam com todos esses maravilhosos episódios, porque não deixar que eles nos mostrem porque era importante perder Marlene?

Por ora resta agradecer Phyllis Somerville por essa personagem maravilhosa e aguardar a season finale.

Espero que The Big C encerre essa excelente temporada assim como começou: emocionando e nos fazendo pensar sobre nossas próprias vidas.