Cada vez menos entendo a lógica da classificação indicativa na TV

Ontem estava assistindo a novela Maria do Bairro quando me deparei com uma cena: Soraya Montenegro – diva – se jogando em cima de Brenda e lhe dando uma surra.

Neste exato momento voltei no tempo e visualizei a sova que a Anta Nordestina deu em Nazaré Tedesco e que foi totalmente picotada no Vale a Pena Ver de Novo.

Também me lembrei da notícia de que o Cirilo, de Carrossel, não vai poder sofrer preconceito na versão nacional da trama.

E aí que eu fico cada vez mais encucado.

Não que eu pense que a surra não deveria ter sido exibida, ao contrário, mas a mesma coisa foi cortada em Senhora do Destino.

Logo, logo terá uma cena em que Soraya pega Calixta pelos cabelos e a mulher voa longe.

Também vai passar?

Ora, e a Globo não enfrenta diverso problemas para poder colocar uma história no Vale a Pena?

Será que o pessoal do Ministério Público não avaliou a mexicana?

Insisto, só queria uma lógica.

Penso, por exemplo, ser desnecessário cortar a questão do preconceito de Carrossel, seria muito interessante para educar a nova geração.

Exemplo: se a versão original fosse exibira, teriam que sumir com o garoto?

Enquanto isso também me recordo do video do “suposto estupro” no BBB ou o reality show que virou o caso Eloá anos atrás, tudo veiculado durante a manhã e tarde pelas emissoras.

Vocês conseguem entender alguma coisa?

Não faz sentido.



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