#Carnaval televisivo é tipo um porre de guaraná

Neste ano, na TV aberta, quatro emissoras investiram na cobertura do carnaval pelo país.

Globo, Band, Rede TV e SBT enviaram centenas de profissionais para os principais circuitos de festa e cederam espaço de suas programações.

Confesso que nem passei perto da Rede TV, afinal, as coisas por ali já são bizarras por natureza. Juntando Mirela, Bombom, Frota e cia, o negócio já tinha tudo para não ser bom.

Também não consegui me prender nos desfiles transmitidos pela Globo. Não vejo uma forma diferente de transmissão, mas a verdade é que é cansativo assistir as escolas de samba atravessando a avenida.

Optei por me focar no carnaval baiano e é aí que entra a decepção: Band e SBT foram sofríveis no que fizeram.

Dificilmente peguei alguém interessante se apresentando e, quando tinha uma Ivete ou Claudia Leitte, os apresentadores ficavam falando abobrinha ou mostravam coisas desinteressantes. Tudo, menos o show.

Sei que vi o Jammil e Uma Noites umas trezentas vezes e aquele cara do “super mê”, idem.

Aí vem a pergunta: sentar em frente ao televisor pra ver gente conversando quando o ideal seria conferir as apresentações?

Não bastasse isso, ainda teve Cumpadre Washington – sim, ele voltou com o É o Tchan – se convidando para o programa de Eliana e sendo ignorado.

E a questão é essa: assim como Cumpadre, o carnaval na TV serve para ser ignorado, pois é o mesmo que tomar um porre de guaraná e achar que está chapado.

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