Cissa Guimarães emocionou e fez pensar em depoimento ao Fantástico

20 de setembro de 2011 0 Por Endrigo Annyston

Quem não pôde acompanhar O Que Vi da Vida com Cissa Guimarães não perca tempo, assista. É tocante.

Dois momentos mexeram comigo:

Quando disse que se perguntassem se mesmo sabendo que teria três filhos e que perderia um deles ainda jovem, se ela aceitaria passar por tudo de novo, e Cissa disse sim.

Também por ter dito que a morte de Rafael fez com que se tornasse uma pessoa melhor.

E se tem duas coisas que realmente mexem com a gente são a vida, através da chegada de um bebê, e a morte. Elas aproximam as pessoas.

Aí você para e pensa: aceitar passar por tudo de novo?

Eu costumo dizer que não desejaria ter 18 anos ou menos novamente, no entanto, pensando pelo lado de que eu não gostaria de fazer diferente, tudo o que eu passei resultou no que sou hoje.

São as dores da vida que nos ensinam, nos deixam mais forte. É como uma vacina que te previne de adoentar.

Agora, se digo que não mudaria nada, é porque faria tudo de novo, assim como Cissa.

Esses momentos de dor são como cicatrizes que a gente carrega, assim como as rugas, as marcas do tempo.

Uma vida sem cicatrizes é como uma novela onde todo mundo é feliz. Ninguém assiste.

O motivo? Não tem graça, não faz sentido.

Os conflitos tornam tudo mais interessante, nos dá motivos para levantar da cama e enfrentar os desafios.

Diria aquela música que fez sucesso na voz de Maria Rita: “é a vida desse meu lugar, é a …vida!”

Deus te abençoe, Cissa!