Com A Mulher Invisível já dá pra dizer que a Globo aprendeu a fazer séries

Luana Piovani não é brilhante mas faz o que dela é requerido muito bem na série. Eu não vi o filme e gostei do primeiro episódio. Vou ver o próximo.

A audiência de A Mulher Invisível foi de 25 pontos, maior inclusive que a estreia de Tapas & Beijos. Aliás de todas outras estreias de séries

Debora Falabella é uma empresária a beira da falência, uma mulher a beira de um ataque de nervos casada com um publicitário sem ideias. O Selton Mello trabalha para a mulher e é responsável pelas campanhas de publicidade da agência, porém ele já foi muito bom vive uma momento de crise criativa. A sua ultima grande ideia foi… a Amanda, a mulher invisível.

Eu me surpreendi com a Debora Falabella num papel totalmente diferente dos tipos usuais que ela faz na TV. Tem o amigo do Selton Mello que é um achado, pensa que o amigo tá doido mas é ele que acaba ficando com a fama de doido muitas vezes por tentar conversar com a Amanda.

No meio disto tem a relação do casal, abalada pelos problemas financeiros e a introdução de uma terceira pessoa.

Quando terminei de ver a série pensei: a Globo parece que aprendeu mesmo a fazer séries. Tapas e Beijos, Macho Man, Divã, e agora A Mulher Invisível.


* do internauta Elvis



5 comentários em “Com A Mulher Invisível já dá pra dizer que a Globo aprendeu a fazer séries”

  1. Já tinho lido o post do Elvis na caixinha ali do lado. QUE ENDRIGO PODERIA DEIXAR ELA COM O TAMANHO DESSA DAQUI.

    Concordo com o texto, mas acho que esses sucessos de crítica e audiência: Divã e A Mulher Invisível são séries derivadas de filmes, talvez a Globo esteja fazendo isso para começar e depois venham as originais.

    De todas acho que A Mulher Invisível é que mais tem cara de seriado americano.

    No passado a Globo eram as macrosséries da Globo que se tornavam filmes, como O Auto da Compadecida (que eu prefiro mil vezes a microssérie), tem também A Invenção do Brasil, Os Normais e mais recentemente A Grande Família. Não vou incluir na lista Casseta e Planeta pq aí pra mim já é outra história e se encaixa no mesmo patamar dos filmes do Renato Aragão e da Xuxa.

    Ou seja como forma de aprendizado trazer filmes ao formato de seriado tá ótimo, só nao pode dormir no ponto e virar freguês, mas acho que isso não deve acontecer pois ano passado tivemos A Cura e esse ano o formato que mais se assemelha ao dos seriados americanos é Macho Man, pq acho que Tapas&Beijos não tem a mesma estética de seriado dos demais que estão no ar, assim como Batendo Ponto não tinha. Sobre Lara com Z, pra mim o grande erro da Globo, tantos projetos infinitamente melhores, como Junto&Misturado e quem sabe um Casseta&Planeta com mais liberdade, se desprendendo de somente falar sobre a Globo e seus artistas ou do governo. Acho que os cassetas merecem ter essa liberdade, trazendo para a Globo o formato Panico na TV + CQC que falta em sua grade.

  2. Amanda Euzébio

    É até interessante a ideia de se fazer um seriado baseado na historia original de um filme,mas no fundo prova q os autores ja nao estao com tanta bala na agulha assim p criar algo novo e optam por esse método.Divã,eu preferi o seriado.Não achei a menor graça no filme.Agora A mulher invisivel, prefiro o filme,mas o seriado nao é de todo ruim.Agora sem sombra de dúvidas Tapas e beijos foi de longe o unico acerto da Globo esse ano.Macho Man e Lara com Z já passaram da hora de sair do ar.

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