Cordel Encantado: A novela que não passou de uma grande promessa

De um lado eu tenho as expectativas que criei com as primeiras chamadas de Cordel somadas ao fato de que fiquei extasiado após a estreia: essa novela era um achado.

Ainda nessa perspectiva positiva, os atores fenomenais, o texto convidativo e fugindo do convencional e, o mais importante para a Globo: o fato de ter acertado ao produzir um folhetim diferente, a trama levantou a faixa das 18h, há um bom tempo bem mortinha.

Agora o lado ruim:

Cordel Encantado já foi escrita para ser curta, ou seja, isso e só isso basta para que não existam justificativas para o fato de as autoras mais uma vez criarem uma imensa barriga em suas histórias. Cordel ficou andando em voltas com mocinha e mocinho indo e vindo, sequestros e mais sequestros, Timóteo ora rei ora sei lá o que. E depois rei de novo.

Tipo, virou um samba do crioulo doido. O tipo de história realmente boa, mas para quem assiste uma vez por semana ou a cada 15 dias.

O telespectador mais crítico de telenovelas sabe que a história parou de andar em dado momento, o que foi realmente uma pena.

Portanto, Cordel é melhor que muitas novelas que foram exibidas nos últimos tempos, sem a menor sombra de dúvidas, ainda assim, insisto, não deixa de ser uma decepção.

É o meu sentimento agora que a história chegou ao fim.

Agora, depois de duas decepções – Cordel e Cama de Gato – devo dizer que Duca e Thelma estão sem créditos comigo.

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