#Damages: Um exemplo para outras produções (s. 3)

Que bom seria se todas as produções televisivas fossem assim, não?

Alguns roteiristas parecem bolar algumas coisas mas sem o real propósito de levar adiante, meio que tratam o telespectador como imbecil. E aí que muitos “mistérios” ficam sem continuidade.

Isso não acontece em Damages, tudo, tudo e tudo mesmo é explicado e muito bem explicado. Você não fica com cara de pastel!

Veja bem: aparentemente tinham se “esquecido” de Ellen, tipo, ela super queria se vingar pela morte de David e a terceira temporada foi rolando como se tivessem se esquecido da existência dele.

E não foi bem assim: no final, Ellen foi questionada sobre o assunto, reencontrou com Wes e ela até o liberou, não quis que ele fosse preso para que houvesse justiça.

Encurralou Frobicher, agiu como homem e fez justiça. O que era o grisalho chorando como criança que perdeu o chocolate? rs

Gente, e o quão surpreendente é tudo isso?

Quem não tinha pensado que Tom tinha tentado matar Patty? Ou que aquele corpo jogado da ponte era o dele?

E que… bem, Patty tinha mandado matar seu parceiro, afinal, tinha aquela ligação “eu mandei vocês pararem, falei para desistirem…” e na verdade isso era um lado humano de Patty, pouco conhecido.

Também me surpreendi porque achei que Patty e Ellen iriam se posicionar como rivais mas na verdade trabalharam em conjunto, afinal, as duas apesar de diferentes são extremamente parecidas.

É tanta coisa para dizer, enumerar, mas no final das contas só resta agradecer todos os envolvidos nessa produção e também hoje compreendo o #savedamages.

Não poderia ser diferente, essa produção é o que há de bom!

Impossível parar de assistir.



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