Dei um mês de tolerância para Passione e acabou

Dei uma tolerância de um mês para Passione ficar boa. Já se passou mais do que isso e Belíssima ainda continua sendo minha preferida do Silvio de Abreu.

Tudo bem que ela já deu uma boa melhorada mas ainda não é aquilo que eu e muita gente esperava (e olha que nem fiz expectativa, imagine o povo que fez).

O núcleo dos personagens principais são os mais chatos, Matolli e Gouveia. Nada que gira em torno deles me atrai. O Troféu de Triângulo Amoroso mais Chato vai para Diana, Gerson e Mauro.

Saulo e suas loucuras também não me agrada. Gianecchini como vilão prova que só é um rostinho bonito. O figurino da Melina é horrível. De que me interessa Stela e seus casos? E pior que vem mais um triângulo aí: Stela, a filha Lorena e Agnelo. Dessa família o que salva são o casal de velhinhos, o Sinval, mesmo assim só pelo romance com a Fatima que acho super fofo e o mistério do Gerson.

Agora no núcleo italiano tudo é chato. Sem tirar nem por. Na verdade o que salva a novela é o humor. O núcleo do Olavo é ótimo. Todos estão perfeitos.

Também gosto da família da Candê e da Valentina, que mesmo sendo insuportável consegue ser engraçada nas cenas em que briga com a Clara – na minha opinião esta sendo muito bem interpretada por Mariana Ximenes.

Pelo pouco que entendo de TV, uma novela quando começa tem a responsabilidade de superar a que acabou de sair do ar e também a ultima do autor que a escreve. Nesse caso, superar Viver a Vida qualquer um consegue.

Agora. em relação a ultima do autor, ainda tá meio cedo para dizer. Espero que até o fim eu possa mudar minha opinião.

Por Amanda Euzébio



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