E não é que o Galvão Bueno vai mesmo calar a boca?

Calou a boca, mesmo

Domingo, final da Copa do Mundo, e a revelação de Galvão Bueno: vai pendurar as chuteiras em 2014, após a Copa que será realizada no Brasil. Vai se aposentar, ao menos do mundial.

Hoje sai a notícia de que a Globo não sabia desse desejo do locutor esportivo, como também disseram que apesar de terem liberado Ana Maria Braga para falar sobre o caso da revista não imaginavam que ela abriria a torneirinha e falaria tudo o que estava engasgado.

Ou seja, a Globo já teve um maior controle sobre seus contratados.

Mas o que eu quero dizer, no final das contas, é que estamos vivendo uma nova era.

Geralmente o pessoal de TV costuma trabalhar até o final da vida – os que conseguem, sempre tem os que foram esquecidos e não tiveram a opção de continuar. Exemplo dos que estão na ativa não falta, como Hebe, Silvio Santos e Raul Gil.

Porém, desde o ano passado somos surpreendidos com notícias de profissionais que programaram sua aposentadoria.

Oprah e Larry King, com 25 anos no ar; agora Galvão Bueno, dizendo desejar aproveitar a família.

Ah, também temos Palmirinha Onofre, que deseja finalmente poder curtir o que conseguiu com seus longos anos de trabalho.

É uma nova realidade. Dizem que depois de ser mordido pela mosca da fama é difícil desejar viver sem ela. E estão nos mostrando o contrário.

E não há como negar a importância de todos os citados, gostando ou não deles.

Mas, no caso de aposentadoria dos bons, fico apreensivo ao imaginar o que vem por aí.

A nova geração fica devendo no quesito bons profissionais.



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