EGN – Castanha de caju é destaque entre os empresários do Rio Grande do Norte

O ‘Pequenas Empresas & Grandes Negócios’ deste domingo, dia 2, vai ao Rio Grande do Norte  para contar o sucesso que o empresário Tarcísio Lucena conseguiu a partir da castanha de caju. Com um negócio muito lucrativo, há 20 anos,  Lucena vende o produto de todas as maneiras – assado, torrado, desidratado, com gergelim, caramelo, chocolate, linhaça e leite condensado. Com três lojas próprias, ele vende para todo o país e ainda exporta castanhas para Portugal e Itália.

Ainda no estado, outro produto de sucesso é o artesanato local, como roupas, bonecos, doces, mel e até cachaça. Tudo é vendido no Centro de Comércio e Turismo, do Governo do Estado, uma antiga cadeia, onde cada cela é alugada para lojistas montarem o seu negócio. Cada empresário fatura em média R$ 15 mil por mês. E esta é a história da paulista Silvia Regina Mota, que montou uma loja há 22 anos e vende mais de 300 peças por mês.

E o programa ainda exibe a trajetória das rádios corporativas, que hoje se transformaram numa estratégia de marketing para pequenos empresários. O que antes era um locutor na porta da loja anunciando as promoções, hoje em dia é uma rádio exclusiva para o estabelecimento, com direito a programação como de uma rádio tradicional: com notícias, músicas e, principalmente, mensagens planejadas para aumentar as vendas. Essa é a experiência do empresário paulista Vladimir Batalha. Com mais de 30 anos como radialista, Batalha viu nesse negócio uma grande oportunidade e hoje monta rádios exclusivas para lojas. O empresário investiu R$ 200 mil no negócio. Comprou equipamentos de som, computadores, montou escritório e um estúdio de gravação. Atualmente na sua empresa trabalham 16 pessoas, entre produtores, operadores de áudio, programadores e locutores.

A equipe de reportagem do programa vai mostrar também que o setor de beleza e estética foi a aposta da empresária Illana Ramuth, que montou uma rede de franquias no ano passado. Hoje, sua empresa tem 16 unidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Ceará. Com uma proposta diferenciada, a empresária oferece às clientes pacotes de planos de beleza que podem ser usados ao longo do mês. A franqueada Cátia Coutinho montou um salão, há seis meses, na zona norte de São Paulo. Ela começou com três funcionários e hoje já tem sete pessoas trabalhando. Passam pelo salão, em média, 120 clientes por mês. E o faturamento mensal chega a 25 mil reais. Para treinar os franqueados a rede mantém uma unidade piloto com aulas teóricas e práticas.

O programa mostra ainda o crescimento do setor metal-mecânico no país. Na região de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, o SEBRAE montou um Arranjo Produtivo Local (APL) – modelo de negócio em que uma empresa atende às necessidades da outra – e reuniu 126 empresas, entre grandes e pequenas para participar. Em 2010, o SEBRAE apontou que 57% das empresas participantes do APL aumentaram o faturamento, 30% contrataram mais funcionários e 23% aumentaram a clientela.

O empresário Alberto Almeida Carneiro é um desses exemplos. Carneiro tem uma pequena metalúrgica em Barra Mansa e participa do APL. Com o apoio do SEBRAE, o empresário captou 270 mil reais junto à Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro e montou outra unidade de produção. O crescimento dos negócios permitiu valorizar os 105 funcionários, que trabalham nas duas unidades.

O ‘Pequenas Empresas & Grandes Negócios’ vai ao ar todos os domingos, logo após ‘Antena Paulista’.



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