Eliana: programa pra família ou pra fazer família?

21 de março de 2010 6 Por Endrigo Annyston

Não via o Eliana desde que começaram as reprises, quando a apresentadora tirou férias em um momento equivocado.

Antes disso, via sempre e foram vários os elogios que este espaço fez à apresentadora. Passado.

Neste momento estou com a TV ligada no SBT, e, se antes eu disse que Eliana fazia uma “apelação fraquinha”, ao explorar de forma sutil o popô das poposudas, isso mudou, talvez por estar perdendo audiência para a Record.

Vi um médico falando de herpes genital, ejaculação e formas de se transar para que o bebê tenha o sexo desejado, como ducha vaginal, passar vinagre ou colocar apenas “metade do trem”.

Se o programa é definido como “para a família”, vejo um equívoco. Imagino uma família totalmente desconfortável ouvindo essas coisas em frente ao televisor.

Esse assunto cabe em uma atração feminina, um jornalístico, que tem públicos segmentados, mas, em uma atração com público amplo… e as crianças que a prestigiam?

De qualquer forma perderam a mão até em um quadro que já foi bacana: mais fake impossível essa edição de Os Opostos Se Atraem.

Entendi, dessa forma, o motivo de a audiência ter caído e também conclui que eu estava certo: o negócio é deixar o televisor desligado aos sábados e domingos a tarde.