Entrevista foi melhor para Luciana Gimenez que para Adriane Galisteu

Explico, lógico!

Adriane não precisa provar mais nada para ninguém, apesar de parte da mídia adorar pisar nela, Xuxa, Hebe e Ana Maria Braga – preconceito com loiras? -, ela é uma profissional capaz. A baixa audiência nunca foi por sua responsabilidade.

Vejamos: no SBT tinha que contar feijões, na Band tinha programa às sextas e o Projeto Fashion também tem horários ingratos. Apesar que, devo dizer, Galisteu seria muito mais feliz num canal fechado tipo GNT, assim como Astrid.

Mas o assunto é Luciana.

Há muito tempo eu disse que Luciana Gimenez era maior que o que aparentava ser. Fiz isso quando ela entrevistou Mick Jagger.

Pra quem pensa que fazer TV é bolinho, está extremamente enganado. O público é uma caixinha de surpresas e, muitas vezes, é preciso ser popular ou fazer “alocka”.

Nesse dia eu percebi que, pra agradar a fatia de público que garante sua audiência, Gimenez p-r-e-c-i-s-a-v-a fazer alocka. Assim como Ratinho faz.

No entanto, nessa entrevista com Jagger ou agora conversando com Galisteu é possível identificar uma outra Gimenez que é totalmente diferente daquela que encontramos no SuperPop, atração que pra nós se torna dispensável mas que é popular e tem seu público.

Como discutir com algo que dá audiência?

Diversas vezes tentaram mudar o formato e não funcionou. Então, como fazer diferente?

Tem jeito, sim, é preciso estudar, buscar formatos e batalhar pra cativar o público. Na TV, entretanto, sempre acabam optando pelo caminho mais fácil.

Mas o importante, e o que vale ressaltar, é que Luciana é maior que isso.

Vejam que coisa: Galisteu não consegue audiência com um programa mais elitizado e, em contrapartida, a morena tem resultado maior fazendo uma linha “rainha do trash”.

Se vocês pensam que o povo atua somente em novelas, estão redondamente enganados.

E Gimenez merece esse reconhecimento, ponto pra ela, diferente da outra primeira dama da Rede TV: aquela lá, nem com Toddynho!



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