Escrito nas Estrelas dá audiência porque é boa, e só

Outro dia questionei se era mesmo o fato de uma partida da Seleção Brasileira ter antecedido o capítulo de Escrito nas Estrelas a razão pela qual a trama tinha batido recorde de audiência com 31 pontos.

Sim, obviamente uma partida da Seleção aumenta e muito os índices de audiência tanto da Globo quanto da Band e sim, contribui para aumentar o número de ligados na produção seguinte.

Tanto é verdade que na última segunda novamente o folhetim de Elizabeth Jhin chegou a 31 pontos.

Ontem, sem a Seleção, fez 29, apenas dois a menos.

O que me faz concluir que Escrito nas Estrelas dá audiência não por violência, não por uma ou outra cena interessante, e sim por ser b-o-a. Sem uma desculpa, sabe?

Não precisa ficar procurando um motivo, é uma produção sem o “mas” – daquele tipo “eu gosto, mas…” – é o eu gosto de abrir um sorriso pelo prazer em assistir.

Em resumo, Escrito nas Estrelas é a única telenovela dos últimos tempos que supriu um “trauma”, uma “carência” existente por produtos realmente bons e que não estão ali apenas por estar, pra ocupar espaço.

Não a toa a Rede Globo há anos não via esses índices às 18h.



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