Escrito nas Estrelas e minha grande decepção

Sabe, se eu não tivesse combinado com o Wander e a Manu que o tema dessa semana seria o final de Escrito nas Estrelas eu não escreveria absolutamente nada a respeito.

E ainda: se eu imaginasse que aquela trama do início que me fez resgatar o gosto por telenovelas fosse virar essa coisa, juro que jamais teria assistido.

Uma coisa é você saber que Viver a Vida não vai sair daquele lenga lenga – mesmo desejando o contrário – assim como é bem diferente Passione começar devagar quase parando e se tornar o melhor folhetim em exibição.

Agora, quando uma novela é excelente desde o primeiro dia, o que se espera dela? Que termine melhor ainda. E não foi o que aconteceu.

Após a Copa do Mundo a senhora Elizabeth Jhin se perdeu e matou seus melhores personagens.

Logo de início eu disse que Suzana Faini era a protagonista da história. Repararam que virou mera figurante de luxo?

E o Gilmar que tanto aprontou no início? Também quase não dava as caras e, se aparecia, era pra ameaçar Viviane.

Sabe que Jhin conseguiu matar até o Daniel, que na verdade já estava morto? O céu virou um inferno de chato!

Lembram que eu disse que a Berenice era um barato? Era, né? Passado.

A autora só não conseguiu minimizar o sucesso estrondoso que foi a dupla dinâmica Beatriz e Sofia que foi o que realmente salvou o folhetim. Além das duas, Carolina Kasting também cresceu e muito nos capítulos finais.

E Elizabeth Jhin se perdeu tanto que teve a proeza de redigir apenas um capítulo interessante nesta última semana, o de terça.

Se eu já estava decidido a nunca mais assistir uma telenovela dessa senhora, o fato de Gilmar – que ela já tinha “matado” – morrer assassinado por um tubarão foi o fim da picada.

Foi uma das coisas mais ridículas que eu já assisti, comparável à meleca que é Os Mutantes, de Tiago Santiago.

E tudo isso que eu disse é uma pena, preferia que Escrito nas Estrelas terminasse embalada.

Um detalhe: Jhin quer fazer uma trilogia. Eu já comparei o que ela fez com Os Mutantes, né?

Então, passo!

*por Endrigo Annyston



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