Falta um longo caminho pra Avenida Brasil ser uma A Favorita

30 de março de 2012 0 Por Endrigo Annyston

Avenida Brasil ainda não é aquela cocada toda. Ontem estava me recordando e, em se tratando de A Favorita, no primeiro capítulo eu já estava vidrado.

Nessa altura do campeonato, com o quinto capítulo quase entrando no ar, muita gente já estava vibrando aqui no Cena Aberta. Isso não tá rolando.

Basicamente temos quatro núcleos apresentados no novo folhetim de João Emanuel Carneiro. Metade funciona.

Quer dizer, menos da metade.

Na parte do “menos da metade” eu digo isso apenas por Carminha. O núcleo dela é ela e ponto.

O pessoal do lixão tem pegada, essa disputa entre Nilo e Tia Lucinda parece ser bem interessante e as crianças já cativaram logo de cara, especialmente a amizade entre Batata e Rita.

Cadinho e suas mulheres? Boring.

Tufão e família? Idem.

Ontem comecei a visualizar Avenida Brasil bem mais eletizante se nessa primeira fase tivessem focado Carminha dando balão em Genésio, tipo aprofundando a história que geraria em Ritinha o sentimento de vingança.

A morte prematura somado ao fato de Murilo Benício não estar rolando, sei lá, não dá liga.

Espero que JEC consiga dar uma sacudida no folhetim na segunda fase, a primeira entrou em cena devendo.