House: Tarde, mas melhor que nunca!

Desisti de House em meados da temporada anterior. A produção estava desgastada demais.

Parte do elenco principal já não estava por ali, a história não tinha mais para onde ir e House já não estava mais sendo House. Não como antes.

Como esperamos longos anos para que ele ficasse com Cuddy, o ideal teria sido anunciar a sétima como última temporada e, sei lá, rolar um “e foram felizes para sempre” para o casal.

Mas renovaram e eu não aguentei esperar, não conseguia mais assistir. E olha que mesmo passando por turbulências eu jamais desisti de Grey´s Anatomy e Desperate Housewives.

Isso aconteceu com House e Private Practice.

Geralmente a gente consegue se livrar com facilidade de uma série tosca logo no piloto ou quando vê que a primeira temporada não tá rolando. Só nos últimos tempos Ringer, The Event, The Firm e Alcatraz foram minhas vítimas.

Desistir de algo que você viu e curtiu muitíssimo é mais complicado, no entanto, é melhor que ver a série ir definhando pouco a pouco em nossa frente.

Por isso, de uns tempos pra cá, passei a deixar de sofrer por cancelamentos e curtir quando pulam do barco enquanto a produção ainda está em alta, casos de Friends, Will & Grace e, mais recentemente, Brothers & Sisters.

Pra que ficar fazendo embromation quando já não tem mais o que contar?

Provavelmente verei o series finale de House e, apesar de não estar assistindo, espero que esse último ano tenha a mesma dignidade de DH. As donas de casa de Wisteria Lane vão sair de cena deixando saudade, afinal, deram a volta por cima.

House merece o mesmo caminho.

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