Intercâmbio cultural é tema do Globo Universidade

29 de novembro de 2011 0 Por Endrigo Annyston

País escolhido por muitos professores e estudantes do mundo para exercer carreira universitária, o Brasil recebe todos os anos milhares de estrangeiros que decidem passar uma temporada ou até mesmo estabelecer residência aqui. Para desvendar o motivo desta migração e o que eles fazem, o Globo Universidade do próximo sábado, dia 03 de dezembro, vai mostrar exemplos como ocorre esta internacionalização no mundo acadêmico na USP, em São Paulo. Somente em 2010, a universidade recebeu mais de 1,6 mil estrangeiros para os cursos de graduação e pós-graduação.

A repórter Lizandra Trindade acompanhou o dia a dia destes intercambistas de diferentes países que participam de projetos e pesquisas na USP. Os entrevistados contaram um pouco de suas experiência pessoais, o que estão achando das aulas ou pesquisas, e sobre as dificuldades encontradas para conseguirem se estabelecer em um país diferente. O programa mostra também como o ensino de língua portuguesa para estrangeiros da própria universidade contribui para que eles tenham melhor desempenho em seus estudos e, ainda, beneficia a formação de professores do curso de Letras, que participam do projeto.  

No quadro “Mérito Acadêmico”, o telespectador conhecerá a trajetória do professor canadense Sean Purdy, que dá aulas de História das Américas, com ênfase nos EUA, na USP. Já no “Fora de Série”, o alemão Henning Ulrich, que está no Brasil desde 1999, conta porquê resolveu se estabelecer no país. Segundo ele, o departamento de Bioquímica da USP é um dos melhores do país e que não deixa a desejar aos alemães ou americanos. E no “Eu Amo Meu Trabalho”, o professor italiano Ronald Ranvaud fala sobre sua pesquisa voltada para aplicações biológicas do campo que desenvolve aqui no Brasil.

O ‘Globo Universidade’ vai ao ar às 7h15.

Além desta reportagem especial confira as outras atrações do ‘Globo Cidadania’:

Globo Educação, às 06h05 – Conviver em harmonia com as diferenças é complexo e quase impossível para muita gente. Mas é na escola que a construção da identidade e da sexualidade começa, e que as primeiras distinções se estabelecem. Por isso, o MEC prevê ações pedagógicas para incentivar a discussão sobre a diversidade sexual em todos os colégios do país. Mas será que na prática isso acontece? O Globo Educação conversa com alunos, professores e especialistas para chegar ao cerne da questão. Por que alguns educadores silenciam o assunto? É mesmo importante discuti-lo dentro dos muros da escola?

Globo Ciência, às 06h25 – O personagem principal deste episódio do Globo Ciência é o inglês Isaac Newton, famoso por ter elaborado a Teoria da Gravitação Universal partindo do insight da queda de uma maçã. O programa explora detalhadamente como Newton chegou às suas três leis da física e à teoria da gravidade, uma das mais importantes descobertas científicas. O apresentador Alexandre Henderson conversa com diversos especialistas para esclarecer os pontos principais e oferecer exemplos práticos. A interatividade está presente no programa com a visita ao Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS, e com experimentos que simulam a gravidade lunar.

Globo Ecologia, às 06h50 – O programa mostra como as comunidades de Abaetetuba, no interior do Pará, descobriram  o valor do uso sustentável da palmeira do açaí. Hoje, o açaizeiro garante o sustento da população local, mas nem sempre foi assim. Pouca gente percebia o potencial econômico do fruto e muitas palmeiras foram cortadas para dar lugar a culturas vindas de fora e para a venda do palmito. Unindo tradição e conhecimento técnico para aumentar a produtividade sem agredir o meio ambiente, o episódio revela como as comunidades conseguiram reverter esse quadro. O manejo adequado do bem comum mudou a vida da região e está garantindo a conservação das florestas de várzea.

Ação, às 07h40 – O programa mostrará três projetos que tem como foco o trânsito. Em Porto Alegre, está localizada a Fundação Thiago de Moraes Gonzaga. Lá, funciona o programa Vida Urgente, que tem como missão valorizar e preservar a vida. Para isso, mobiliza a sociedade para uma mudança de comportamento através de ações educativas e culturais. Já o Motoanjos funciona em São Paulo e foi desenvolvido por motoboys no programa de cultura e extensão “Gestão de Mídias Audiovisuais para o Desenvolvimento Local – GeMA”, da Universidade de São Paulo (USP). O projeto capacitará 100 motoboys ao longo de um ano para atuar como promotores da cidadania e produtores culturais. Também em São Paulo está localizado a ONG Psicólogos do Trânsito que tem a missão de humanizar o intenso tráfego da cidade e diminuir o estresse dos motoristas.