João Emanuel Carneiro foi supervalorizado e se perdeu

Segundo Sol
Segundo Sol

Chega ao fim nesta sexta-feira Segundo Sol, mais uma novela criticada de João Emanuel Carneiro, depois de muitas em que foi tratado como um novo Deus da teledramaturgia, inclusive por este que vos fala.

Sim, ele mereceu os elogios. Catapultou a faixa das 19h com o grande sucesso Da Cor do Pecado, que eu particularmente não gostei. Depois, mais uma vez elevou os índices do horário com a deliciosa Cobras & Lagartos.

Mas foi com a inesquecível A Favorita que o novelista ganhou o coração de meio mundo, com a inteligente forma com a qual enrolou o público por meses sem revelar quem era a real vilã de sua novela.

Em seguida, mais uma vez um roteiro inteligente com a série A Cura, outra bastante elogiada e cujo público ficou torcendo por uma continuidade que não veio.

Apesar do feito com A Favorita, foi com Avenida Brasil que Carneiro viveu seu melhor momento na TV, e mais uma vez eu não gostei de um folhetim do novelista: achei exageradamente popular e muito gritada. Apesar disso, adorei Carminha, uma vilã inesquecível de Adriana Esteves.

4 Comentários

  1. Novela foi a pior dele. A regra do jogo era ruim também, mas dava para salvar alguma coisa. Nesta não se salva praticamente nada. Até o último capítulo foi muito ruim, aliás o desfecho de vários personagens foi pra lá de besta, sem sentido.

  2. Concordo com tudo. Essa a história do protagonista se fingir de morto por e para fazer sucesso era boa, mas para contúdo suficiente para uma novela, tanto que após a revelação que ele tava vivo, ele ficou sem função na novela. Sobre a carreira do JEC acho que ele começou a errar muito cedo.

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