A Liga: Mas assim fica difícil, hein?

Aleluia, A Liga não falou sobre sexo, travestis ou prostituição. Resolveram, finalmente, mudar o foco.

E um assunto extremamente complicado e delicado.

Fiquei sensibilizado pelo drama daquela mulher que tem que sair da cama as quatro da manhã e ficar durante três horas no trânsito, alternando entre ônibus e metrôs, até chegar ao seu trabalho.

Como se não bastasse, ainda tem que “enganar” o sistema indo até certo ponto e voltando depois para poder pegar uma vaga para ir sentada, haja vista que já tinha enfrentado o ônibus em pé.

Meu, e o estado em que você chega no trabalho? Praticamente já está esgotado, vai render o que?

E pensar que no retorno tem que enfrentar tudo de novo ou até pior, por ser horário de pico!

Ou dormir sabendo que no dia seguinte recomeça a saga?

Poxa vida, já tem trabalho que não é trabalho e sim um inferno, mas sabemos que dependemos disso pra viver e por isso é preciso aceitar as ordens do patrão ou tolerar alguns insuportáveis colegas. Mas já ir para o trampo com a cabeça cheia?

Ir de carro vimos que também não ajuda, afinal Rafinha ficou horas no “anda um pouquinho, pára um pouquinho”.

Bicicleta? Bem vimos o que andar de skate fez ao filho de Cissa Guimarãs…

Olha, é por essas e outras que não troco o interior por nada no mundo.

Mais uma vez, nota 10 para A Liga.



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