Mulheres Ricas: Tomara que seja realmente armado, né?

8 de janeiro de 2013 0 Por Endrigo Annyston

Ontem assisti a estreia da segunda temporada do Mulheres Ricas na Band. Vi por curiosidade, por conta da anunciada declaração de Andréa Nóbrega em resposta ao ex, “o cara da Praça”, Carlos Alberto de Nóbrega.

Enquanto ela falou sobre isso, estive “ao seu lado”. Mesmo enquanto casava ela reclamava do fato de o marido a manter com rédeas curtas, não a deixava trabalhar. E ela sempre quis fazer mais que o quadro da Praça. E olha que era um dos momentos mais divertidos do programa, onde Nóbrega mais ria. Gargalhava.

No entanto, depois, quando Andréa Filomena da Silva quis se mostrar como uma mescla de Narcisa com aquela outra loira chatonilda que não me recordo o nome, a coisa desandou. Ficou forçada, caiu no ridículo. Deu vergonha de suas sequências no show de Fabio Jr e olha que ele, lesado, provavelmente nem sacou quem era a maluca que o agarrava – ele nem decora as próprias músicas, né?

Aí começaram as trocas de farpas. Narcisa chamando a outra de maria chuteira, aquela novinha que jura ser cantora descendo a lenha em todo mundo e aparentemente não sabendo olhar o próprio umbigo, tudo regado a gritinhos histéricos e gente doida pra aparecer.

Olha, vamos combinar? Pobre escandaloso a gente até dá um desconto, mas rico, daquele jeito, não dá. Na minha opinião, riqueza combina com classe, elegância, e isso é o que falta em todas.

Por isso espero, sinceramente, que seja tudo armado. Do contrário… tadinhas, como diria a Fabiolinha – diria Dadázinho rs.

O programa estreou bem, repercutiu e promete, novamente, ser uma das sensações da temporada.

Eu passo.