Nunca esteve tão na moda ser celebridade

7 de agosto de 2010 0 Por Endrigo Annyston

Desde sempre as pessoas desejam se tornar famosas. Não todos, claro, mas muita gente quer ser conhecida, aparecer na TV e dar autógrafos.

Sabe aquela música? Ter milhões de seguidores, dar selinho na Hebe Camargo… mais ou menos por aí.

O Twitter, aliás, virou um canal que pode facilitar a fama. Temos muitos talentos descobertos ali, como a fake de Nair Bello, a ungida Cleycianne e outros que tentam ser alguma coisa – e até conseguem – mas sem conteúdo para tal. Já teve até quem conquistasse uma vaga no BBB ou um emprego no Caldeirão do Huck.

O caso de maior evidência, no entanto, é o daquela moça do vestido rosa. Tenho arrepios quando abro um portal de internet e vejo uma matéria com ela. Pobre menina maltratada na faculdade, né?

Aliás, as celebridades de hoje em dia são do mesmo tipo que a última citada, mulheres frutas ou de um vestido qualquer. Tem até Homem Picanha agora…

Certa vez no Happy Hour a atriz Arlete Salles disse que hoje em dia sequer precisa ser célebre para ser celebridade. No Provocações, semanas atrás, a também atriz Eva Wilma comentou com Abujamra que “de repente modelos resolvem que são atrizes e não conseguem ser”. Falta algo, logicamente.

E eu, como não sou adepto desse povo sem conteúdo e talento, passei a usar um adjetivo dado por Manoel Carlos a atriz Lilia Cabral: agora chamo os talentos de verdade de grife.

Bem assim: de um lado as falsificações, do outro Dolce & Gabbana, Dior, Louis Vuitton, Prada…

Em resumo, sem comparações. Eu fico com as grifes, e vocês?