O ASTRO – Natal morre na Penha

Natal (Antonio Calloni) está certo de que “limpou” a Penha do convívio com Neco (Humberto Martins). Porém, o cafajeste está mais vivo do que nunca, e arma na surdina sua vingança contra o seu desafeto do bairro. Enquanto é cuidado por sua bonequinha de luxo, Beatriz (Guilhermina Guinle), Neco não para de pensar em como poderá retaliar o ataque do inimigo. Já com um plano na cabeça, chama o comparsa Ubiraci (Rodrigo Mendonça) para se livrar de Natal.

O todo-poderoso da Penha se despede amorosamente de sua avó Dalva (Maria Pompeu) e de sua amada Laura (Simone Soares) para ir ao encontro dos amigos assistir a mais um jogo do Brasil. Como de costume, Natal paga a última rodada para os presentes no bar e vai para casa descansar. De repente todos ouvem uma grande explosão. É o carro de Natal. De longe se veem as labaredas. Por trás do fogaréu estão Neco e Ubiraci com o controle remoto nas mãos. A brincadeira seu certo e Natal morre na Penha.

A Kosmos recebe o velório de Natal. Lili (Alinne Moraes) vai com Márcio Hayalla (Thiago Fragoso) e uma multidão se aglomera. Natal era muito querido por lá. Na chegada de Neco e Ubiraci, o silêncio impera. Os comparsas ainda tentam falar algo, mas, diante do olhar reprovador de todos, decidem ir embora. É nessa hora que Cleiton (Frank Menezes) faz um discurso emocionado. Ele declara seu carinho e pede para que todos se animem, pois Natal não gostaria de vê-los chorando. O velório vira uma bela roda de samba em homenagem ao morto mais ilustre da Penha. Laura, em meio aos abraços de solidariedade, ouve o recado de Dona Dalva: “De agora em diante sua missão é tocar os negócios de meu neto”. A viúva ainda não sabe, mas em breve se tornará a nova toda-poderosa da Penha.

As cenas foram gravadas na Central Globo de Produção, no Rio de Janeiro, e devem ser exibidas a partir de terça-feira, dia 14. ‘O Astro’ tem direção de núcleo de Roberto Talma, direção geral de Mauro Mendonça Filho e direção de Fred Mayrink, Allan Fiterman e Noa Bressane. A releitura da obra de Janete Clair é escrita por Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro.

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