O que ainda falta para a Record fazer?

10 de dezembro de 2012 0 Por Endrigo Annyston

LASTIMO

Não vi, não quero ver e lamento por quem assistiu a entrevista de Guilherme de Pádua ao Domingo Espetacular.

Tempos atrás Ratinho foi massacrado por entrevistá-lo. Na época, não consegui assistir por mais de dois minutos. Não tenho estômago.

Curioso é que, quando conversou com o assassino de Daniela Perez, Carlos Massa estava deixando de lado o sensacionalismo e a audiência de seu programa reagia através do humor. Regrediu.

Pediu desculpas.

Já a Record fez o que fez exatamente pelo contrário: precisa de audiência.

Agora, veja que coisa: reclamaram do sucesso da “menina fantasma”, do fato de a mídia preferir prestigiar o SBT. Por que será, né? Vão evidenciar o que, o sensacionalismo, a exploração da desgraça alheia?

Quem deveria ter voz, pra fazer barulho na luta contra a impunidade, seria Glória Perez. Não um assassino cruel e dissimulado.

Não duvido que em breve ele esteja nas novelas da emissora. Se a gente pensa que já atingiram o fundo do poço, eles sempre provam que ainda há como descer um pouquinho mais.

Por sorte a entrevista não elevou os índices da “revista eletrônica”, manteve os 12 de média de sempre.

ESTIMO

O Papo de Mallandro, de novo. Sábado, novamente, estava zapeando e me deparei com Sergio Mallandro entrevistando Ronaldo Esper no Multishow. Dei ótimas gargalhadas, seja pelas perguntas malucas de Mallandro ou por conta das respostas de Esper, no mesmo nível.

Achei que o estilista iria surtar por conta de uma brincadeira do animador, quando pediu para encontrar vasos no cenário, e levou numa boa.

Pra quem quer se divertir, é uma boa pedida. Jamais imaginaria que, depois das medonhas pegadinhas, Mallandro conseguiria se renovar.

Não é uma Marília Gabriela, mas cumpre a função de entreter.