O Que Vi Da Vida foi libertador para Sandy

Vi hoje a tarde O Que Vi Da Vida com a cantora Sandy. Foi libertador, bacana pra ela.

Mudei um pouco minha opinião sobre a Sandy a partir do Conexão Direta que Sarah Oliveira comandou ano passado no GNT. Achava ela muito… Sandy.

Ela falou ao Fantástico sobre o fato de as pessoas a enxergarem como uma personagem, mas foi ela quem se construiu desse jeito. Cheia de não me toques, toda certinha. Uma boneca de porcelana.

O problema é que ela cresceu e continua sendo uma boneca. Uma boneca que pensa, e fala o que pensa. A gente precisa entender que ela é assim e ponto, mas é complicado.

Tempos atrás quando vi a atriz Fernanda Souza no Paparazzo e eu fiquei assustado. Era como se estivesse vendo uma boneca de porcelana sem roupa. Não combina, tanto que ela faz questão de deixar claro fazer o tipo certinha.

O mesmo vale para Sandy: seria tipo um choque vê-la numa revista nua.

Tem pessoas que nascem pra isso, que são despudoradas ou exalam um sexy appeal a ponto de criarem na gente esse desejo de vê-las posando sem roupa ou falando sobre sexo e afins.

Outras, no entanto, possuem uma imagem mais angelical. Sei lá, é difícil, tanto pra elas quanto pra gente.

O mesmo vale para seu irmão, Junior: quando terminaram a dupla apareceu com um visual todo louco. Acredito que nem ele se convenceu.

No depoimento de Sandy achei bacana especialmente o fato de ela estar ciente que os tempos são outros e que não vai mais vender três milhões de CD´s ou lotar um estádio.

E isso não é simplesmente porque ela e-s-c-o-l-h-e-u assim, como disse. Já não fazia isso nem nos tempos de Sandy & Junior. Seu público cresceu, outras opções apareceram e hoje já não se vende como antes. Poucos conseguem.

Foi o único detalhezinho que discordei, a questão da escolha.

De resto, ela demonstra estar conseguindo ser um pouco menos… Sandy.

Acho digno!

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