O Reality Show e a grande realidade…

É, o tema dessa vez é Reality Show. E antes que eu comece, devo dizer uma coisa.

Eu ODEIO reality shows.

Sim, eu sou chata. Não tenho nenhum motivo aparente para tal. Talvez seja a falta de paciência mesmo, nem tento mais adivinhar.

Não que eu nunca tenha curtido. Para falar a verdade, assisti a primeira temporada de Casa dos Artistas, no SBT e a primeira vez do No Limite e isso tem muito tempo. Quanto aos BBBs da vida, fiquei sabendo o quanto se pode saber assistindo chamadas durante os intervalos comerciais.

Ah, e só  pra constar: hoje – data em que estou escrevendo esse texto – é quinta feira, 23h 47min e estou assistindo Ídolos na Record. Não, não que eu realmente veja. Estou esperando House começar. Você lerá esse texto apenas no sábado, mas creio nesse meu programão noturno como um detalhe importante.

E mais uma coisinha: Ídolos me deixa tremendamente impaciente. Não pelo júri do mal, como muitos poderiam apontar e adoram odiar. Meu problema é  com o Rodrigo Faro mesmo… Ô CARA CHATO! Ele realmente consegue a incrível façanha de levar o programa ao limite do porre.

Depois de seis parágrafos, e partindo da premissa de que não gosto desse tipo de programa, devo dizer que não vejo graça na maior parte do que tenho visto em termos de Realities. Nem tentei saber mais sobre Busão do Brasil, ou Hipertensão, ou novas temporadas do que mais possa ter ressurgido.

A coisa mais interessante – para o bem ou para o mal – que vi até agora é “My new BBF” da Paris Hilton que se destina a encontrar seu novo “melhor amigo” ou seja: treinar um bom capacho.

No fim se trata de apenas mais do mesmo. Um show de rostinhos e corpos bonitos, anônimos ou subcelebridades dispostos a muita coisa por quinze minutos de fama e alguma grana no banco mas com muito a ensinar sobre natureza humana e seus limites.

Ok, mais pelas bundas que pelo lado filosófico. No fim o importante é ter audiência, não é?

_________________________________________________
* Perfil: Emanuelle Najjar – Jornalista, formada pela FATEA em 2008, pesquisadora da área de telenovelas. Editora do Limão em Limonada (limaoemlimonada.com.br)


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *