O San Magno as vezes parece mais um colégio que um hospital

Fisicamente falando é claro que o San Magno é um hospital, mas acontecem coisas lá que lembram e muito aqueles colégios de seriados e filmes americanos ou até mesmo de Malhação.

O César é o diretor tarado que tem um caso extraconjugal com a secretária nova e  boazuda. Temos a Patrícia e o doutor Michel que lembram e muito adolescentes afoitos e que vivem se pegando nos corredores, no elevador, no quartinho de descanso e onde mais puder. Essa pegação toda é muito comum nos colégios citados acima. A conversa preferida das funcionárias do hospital é sobre homens. Sempre que há uma rodinha estão elas lá falando de relacionamentos. Mais uma vez me pergunto isso é mesmo um hospital? Não poderia faltar o bullying. A gordinha e virgem, Perséfone, sofre, coitada. Além dos comentários alheios, há a tortura de ter que fazer exercícios forçados na esperança de que possa finalmente um dia alcançar o seu objetivo.

Por fim tem o Félix, o gozador, o brincalhão e ao mesmo tempo maldoso que tira sarro de todo mundo o tempo todo. Não perde uma oportunidade de brincar com os defeitos alheios. Mas ao mesmo tempo em que faz isso esconde um segredo, ou seja, de algoz pode passar à vítima de bullyng a qualquer momento. Quem nunca viu um personagem como esse em um colégio? Seja nos da vida real ou nos da ficção. Foi dito aqui só uma parte do que acontece no hospital, que tem também sua parte séria, mas nos casos citados o San Magno perde toda sua formalidade e lembra muito mais um colégio do que um hospital. Fico por aqui, um abraço a todos e até a próxima.

* Gilmar Moraes

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