Paolla Oliveira é tudo isso mesmo?

Paolla Oliveira é tudo isso mesmo?

6 de maio de 2013 3 Por Endrigo Annyston

Ela seria a Açucena de Cordel Encantado, mas não pôde, pois foi substituta de Ana Paula Arósio em Insensato Coração. Depois iria realizar Joia Rara, mas agora voltará a protagonizar uma trama das nove: Amor à Vida. Mas, afinal, por que a atriz é tão disputada e lembrada em escalação de elencos?

Quando estreou na Globo em 2005 fazendo Belíssima, se saiu muito bem, tanto que chamou atenção e conseguiu em 2006 fazer sua primeira protagonista, a Sônia de O Profeta, que vem sendo reprisada e tem tudo pra ser a menor audiência da história do Vale a Pena Ver de Novo. Depois só voltou a chamar a atenção mesmo em 2009, fazendo sua primeira e única vilã até o momento: Verônica de Cama de Gato, mesmas autoras de O Profeta (Duca Rachid e Thelma Guedes) que adoraram o desempenho da atriz e voltaram a convidá-la para fazer uma nova novela. Elas também fazem parte dos autores que batalham pela atriz. Já são duas novelas que elas tentam trazer a atriz de volta, mas não conseguem. Primeiro em Cordel, e agora em Joia Rara, que estreia no segundo semestre. A prioridade é o horário nobre, então acabam perdendo a chance.

Houve dois trabalhos que mostraram a capacidade e desempenho da atriz: as séries As Brasileiras e Afinal, o Que Querem as Mulheres? Saiu-se bem fazendo personagens diferentes e bem distintos. Logo depois sua segunda mocinha, Marina de Insensato Coração.

A impressão que fica é de que a atriz é  bem aceita pelo público e consegue atrair atenção. Não é  uma Mariana Ximenes da nova geração, mas se sai bem e acaba conquistando seu espaço. Mostra mesmo seu talento ao interpretar personagens que saem do óbvio, suas mocinhas são corretas e pronto, não são providas de grandes desempenhos. Por enquanto são nelas que ela segue sua carreira, e vem aí a partir de 20 de maio, quando estrear Amor à Vida, a sua terceira. Vamos ver se não enxergamos Sônia e Marina em Paloma, sua nova personagem que viverá um triângulo amoroso e a dor de ter sua filha roubada. Continuo sem entender o porquê dessa procura e supervalorização de Paolla em um casting, mas torço para que impressione e que a personagem seja interessante também, o que não ocorreu em Insensato Coração.


* Guilherme Rodrigues