Passione: Entre a passione e o ódio

Outro dia disse aqui que “desisti oficialmente de Passione”. No dia seguinte tinha um post elogiando Vera Holtz e Daysi Lucidi, não poderia ser diferente.
E fui questionado, afinal, eu tinha dito que desisti.

No mesmo post, no entanto, afirmei que o que eu estava fazendo era tirando a produção de minha “lista de imperdíveis”.

Nessa lista estão programas que eu não perco por nada no mundo, como séries que gosto – nem todas, apenas algumas são sagradas toda semana – e produções nacionais como Profissão Repórter e A Grande Família.

Na listinha tinha A Liga, porém, há algumas semanas não assisto. Enjoei e os temas não estão nada interessantes. O Profissão também deixo de assistir quando o assunto ou é batido ou simplesmente não me interessa.

Funciona assim também para o Roda Viva ou Marília Gabriela Entrevista: depende do convidado.

A questão é que o fato de não estar na lista de “imperdíveis” não quer dizer que não vou assistir nunca mais, posso espiar entre uma zapeada e outra. Pode acontecer de gostar do que estou vendo e ficar.

Ontem por exemplo assisti boa parte do capítulo de Passione, estava um barato Berillo, “aquela mocinha” e a família louca do Totò.

Parei quando apareceu aquele Noronha e a Laura, vai atuar mal assim lá na casa do chapéu.

E o que me diverte é que Silvio de Abreu elogiou o ator que faz o Noronha e fez o mesmo com o Werner Shucrutes no Faustão.

Enfim, entenderam?

Eu sigo uma lógica!

Outro exemplo: só assisto o Fantástico quando algo relevante aconteceu porque sei que do contrário vou perder meu tempo.

Ah, também gosto do TV Xuxa e, agora que não sigo Araguaia, deixo a TV ligada no Mais Você (Viva). Numa dessa deixei de lado até o Happy Hour…

Acho que com todo mundo funciona assim. Ninguém segue o que não gosta, não é vero?

Apesar que a gente dava uma espiadinha em Os Mutantes pra tirar sarro, enfim… rs



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