Passou da hora de discutir a legalização da prostituição

Apesar de ser uma atividade fora da lei em nosso pais, não é necessário ir muito longe para se conseguir arrumar uma “Prostituta”, em boates, na internet, nos classificados do jornal, ou até mesmo adesivos colados no orelhão. E isso não é exclusivo no Brasil é internacional e criminalizar a função, não necessariamente faz com que a pratica seja banida da sociedade.

Se pegarmos qualquer classificado de jornal encontrarrmos o endereço da casa mais próxima com moças “alegres” dispostas a ganhar dinheiro

Enquanto houver pessoas dispostas a consumir os serviços e policiais dispostos a receber “agrados”  as casas continuarão ganhando muito, junto com os cafetões e a ilegalidade ainda presente a mercê também da violência.

A falta de amparo por parte da sociedade ainda coloca estas mulheres e homens sob o risco de se contaminar por HIV, DST, escravização, exploração e violência, tráfico.

Existe no Brasil duas realidades diferentes:

“Acompanhantes de luxo” mulheres que fazem sexo em troca do 100, 200, 500 por hora e daí para cima, que sabem muito bem a necessidade da utilização do preservativo, dos exames e tudo mais que tem direito. São muito bem informadas e não trocam essa vida por nada, dinheiro “fácil” 5,6,9 mil reais por mês na conta.

E existe o lado B das chamadas “putas” que são desumanizadas, exploradas por cafetões, obrigadas a ter relações sexuais sem camisinha por clientes, exploradas muitas vezes em troca de um prato de comida uma moradia.

Para ver os dos perfis não precisa ir muito longe!

Ou seja a prostituição é um assunto muito controverso e infelizmente legalizando ou não, a prática vai continuar existindo.

* do internauta Dois Cliques

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